Indispensáveis e dispensáveis

Alguns itens das listas de compras para o bebê surpreendem em utilidade ou inutilidade. É bom saber o que você não precisa ter ou pode não usar para não exagerar na hora de montar o enxoval ou até trocar por outra coisa que certamente precisará. Bebês não precisam de muito mais além de peito, colinho e muito carinho – e alguma coisa confortável para vestir. Em vez de gastar com tantos itens, invista em meias quentes e bonitinhas para o bebê, por exemplo, ou blusas e sutiãs de amamentação. Até o berço é dispensável, como eu já havia dito.


Pode ganhar bastante:

paninhos de boca e paninhos em geral

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LeoBaby

Feito de fralda de pano, de algodão ou atoalhado. Pequenos (de boca), compridos (de ombro) ou do tamanho de uma fralda de pano tradicional (tipo cueiro). Todos os modelos são bem-vindos e ajudam a todo o momento: na hora de mamar; na hora de arrotar; para proteger o recém-nascido do contato da roupa de uma visita que pegar no colo; na hora de comer a papinha; quando babar; para limpar o nariz; para limpar as gengivas, a língua e os primeiros dentes; na hora de trocar fralda (as fraldas de pano grandes são boas para “quebrar o gelo” dos trocadores e ajuda nos “acidentes” para segurar a sujeira por ser impermeável e absorvente) e, se tiver paninhos sobrando, pode até separar alguns para limpar o bebê; para dar banho (para enrolar o bebê para lavar a cabeça ou para usar como cueiro junto da toalha de banho na saída do banho) ou para não escorregar da banheira (colocado no fundo da banheirinha serve de anti-derrapante); até para lavar o rostinho do bebê; ou ainda para substituir o absorvente de seio da mamãe – principalmente na hora de dormir. Além de funcionar como recheio de fralda de pano moderna ou como fralda de pano dobrável.


babeiros

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Babeiros atoalhados com forro plástico

Os novos modelos da LeoBaby tem fechamento em velcro

Babeiro, babador ou bib. Muito antes de começar com frutas ou sucos e comidinhas, já pode usar. Hoje há modelos tão bonitos que podem compor o visual apenas como acessório. A Dora começou a babar muito entre os três e quatro meses. Pouco antes de nascerem os dentinhos até diminuiu um pouco, e a primeira dupla de dentes começou a aparecer aos seis meses, exatamente na véspera de completar meio ano de vida. Para morder os brinquedinhos e coçar a gengiva, voltou a babar bastante.

Principalmente para tomar suco ou comer frutinhas que deixam um caldinho quando esmagadas, gosto mais dos babeiros de algodão ou atoalhados, que são mais absorventes. De preferência os que têm bastante pano ou um plástico por baixo. Os mais impermeabilizados ou plásticos deixam o suco escorrer – então, se você pegar o bebê no colo para dar o suco, por exemplo, você pode se sujar mais que o bebê! E sem medo de sujar ou manchar, babeiro foi feito para isso.

Para as comidinhas pode ser que os mais plásticos sejam mais práticos de limpar. Talvez não no dia-a-dia, mas certamente em viagens.

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babeiro tipo bandana da Gumii

Adoro essa moda de babadores tipo bandana que parecem lencinhos no pescoço. Primeiro conheci os da Gumii, que são bem macios, com estampas diversas e, segundo a etiqueta, são fabricados no Brasil. Eles não deixam que o tecido molhado entre em contato com o peito do bebê, porque apenas o drapeado do tecido fica molhado. Ele tem forro, então a parte de baixo fica sequinha.

Acho lindos os babeiros tipo bandana da BabyBib, que podem combinar a estampa com a roupa ou com a calcinha e tem versões lisas e macias.

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BabyBib

Recém descobri um babador educativo, que vem com duas escovinhas!

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babeiro educativo

Reconsiderar – Deixe pra depois ou dispense:

mamadeira

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bico natural para fluxo lento

Me preocupei à toa com esse item. Deveria ter conversado sobre isso com a pediatra antes. Os bebês sabem perfeitamente tomar no copinho – seja leite ou suco. Colocam a língua pra fora e tomam com satisfação, quase como um gatinho. Podem fazer até mais sujeira depois, mas pra isso se usa o babeiro.

Se for comprar, principalmente pra quem alterna o peito com a mamadeira, prefira o bico chamado de “natural“, que a criança estranha menos. Existem também os copos de transição, anti-respingo – mas eles não são tão perfeitos assim, leia essa resenha de uma mamãe que fez uma coleção deles. Se já tiver comprado a mamadeira, você pode usá-la como recipiente para o suco, mas servir na tampa, como se fosse um copo.

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copos de pinga da Nona Maria

O copinho pode ser descartável e reciclável, como de cafezinho ou brigadeiro de colher, ou mesmo um de vidro, desses pequeninhos de cachaça – que muitas vezes trazemos ou ganhamos de lembranças de viagem e pouco usamos, não é mesmo? O bom de aproveitar o que já tem em casa e ensinar desde cedo a usar o copo é não ter medo de esquecer quando passear.  No blog da comunidade Aleitamento Materno Solidário, há um post bem interessante sobre copos de transição.

Fora que esse intermédio de plástico ou silicone para a comida é como comer com a embalagem! (Assim como deve ser com a redinha para servir frutas que parece uma chupeta – “alimentador” ou “amigo nutritivo”.) Se eu tenho uma lembrança que não gosto da primeira infância era o gosto da mamadeira com o leite quente. E aquela nata passando pelo bico? Até hoje abomino cafés que servem bebida quente com canudinho plástico. Como gostei da minha primeira caneca! E como seria bom se eu tivesse consciência de que não precisaria disso tudo quando estava montando o enxoval da Dora…


chupeta

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chupeta rosa: Mam
chupetas incolor e azul: Philips Avent

O uso da chupeta ou bico, como conhecido no RS, é bem polêmico. Há vários argumentos contra e quem seja contra permitir colocar o polegar na boca.

Ganhamos algumas de 0-6 meses, de modelos diferentes, e a Dora não pegou. Talvez tenha sido traumatizante a forma como as enfermeiras proibiram o uso no hospital logo que ela nasceu. A família chegou a fazer vídeo – colocaram na boquinha dela e, com o reflexo de chupar bem aflorado, usou o bico bem direitinho pela primeira e única vez. Foi só a enfermeira ver o objeto proibido exposto na mesa (nem na boca), que recebemos um puxão de orelha.

Não tenho nada contra, porque lembro da minha infância, como eu gostava. O nome em inglês já diz tudo, pacifier – calmante. É melhor que remédio. Os dentistas da família até defendem o uso. Mas a maioria das chupetas modernas, de silicone, BPA free, ortodônticas não parecem “apetitosas”.

Além disso, como tudo na vida, o uso precisa de moderação. Tem que deixar o bebê colocar a mão na boca, identificar seu corpo, ter a sensação de si próprio. Tem que deixar o bebê se comunicar, e o choro é a primeira forma de comunicação. Não pode simplesmente “calar a boca” colocando a chupeta. Esses dias um pai de outra menina que não quis chupeta comentou conosco que tem observado um atraso na fala de crianças que chupam bico. Não pesquisei se há estudos sobre isso, mas parece fazer sentido se a chupeta for usada como “cala boca”, instrumento de censura.

A chupeta da Philips Avent é ortodôntica, dispensa caixinha (já vem com tampa) e tem dois lados iguais – ideal para os bebês que só forem “brincar” com o bico. A MAM investe bastante em pesquisa ortodôntica e desenvolveu um modelo bem fininho pra fechar mais a boca, igual de ambos os lados. Aqui, um post de uma mamãe que ama esse modelo.

Além do fato de não saber se o bebê vai “pegar” ou não, recomenda-se o tamanho de 0-6 meses para facilitar quando precisar largar o bico – ele fica pequeno e a criança desiste dele sozinha (dica repassada recentemente por uma amiga futura mamãe). Reconsidere antes de comprar. Para brincar de colocar na boca, existem brinquedos e mordedores.


Dispensáveis:

banheira

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modelos da Galzerano

As banheiras tradicionais, com base e trocador (existem algumas lindas orgulhosamente fabricadas no Brasil), começam a ficar perigosas quando o bebê começa a se mexer mais. Verifique também o limite de peso sugerido pelo fabricante de acordo com o modelo. Seu “prazo de validade” é curto. As infláveis podem servir na adaptação para um banho de banheira maior, mas no começo, se não tiver onde apoiar, dificilmente vai querer se agachar diariamente para dar o banho. No baldê / ofurô, a criança fica imersa e relaxa, alguns pais se adaptam bem, mas não é tão fácil passar sabonete. Leia o trecho “Hora do banho” do post sobre enxoval da mãe do Gabriel e da Carmen.

Um jeito prático, inclusive para recém-nascidos se sentirem seguros no banho e ótimo em viagens é dar banho no chuveiro, com o bebê no colo. Cuide apenas que o bebê ensaboado fica mais escorregadio, mas é bem fácil de dar esse banho. Mais uma vez, saber dar banho no banho de chuveiro pode ajudar a sobreviver longe da banheira e poder viajar com a mala mais leve. Em casa, você pode até instalar um chuveirinho especial, que pode ser ajustado em diferentes alturas, conforme o crescimento da criança. Gosto muito deste artigo com oito motivos para dar banho de chuveiro no bebê.


trocador

Na bolsa, sim, é importante ter um trocador portátil ou uma fraldinha de pano ou pedaço de TNT (tecido-não-tecido) para colocar sobre trocadores públicos. Se perde tanto tempo procurando uma cômoda na altura ideal e segura para usar como trocador quando na verdade ali não é o local mais seguro para trocar o bebê. Esse perigo também está nos trocadores sobre as banheiras. Apesar de eu ter recomendado acima o uso de fralda de pano em cima do trocador, ela é muito escorregadia sobre o plástico, ainda mais se não houver alguma proteção, como laterais elevadas. Quando o bebê aprende a rolar, todo cuidado é pouco.


Não imagina que pode precisar tanto:

algodão

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necessaire da tia Ju

Ainda não somos adeptos do lencinho umedecido, preferimos algodão e água morna. Como bons gaúchos (apesar de não termos o hábito de carregar o chimarrão onde quer que a gente vá, não com essa frequência), não nos incomodamos por carregar a térmica de água morna na bolsa do bebê e até compramos uma térmica de 200ml pra Dora.

O ideal seria algodão orgânico, que infelizmente ainda não existe à venda no Brasil. O mais vendido para bebês é o algodão bola, mas se você mergulhar todo ele n’água, vai ter que espremer bem pra não molhar demais o bebê. Você pode desenrolar a bola de algodão e dividi-lo em pelo menos três pedaços ou comprar o zigzag de algodão, de onde você tira o pedaço do tamanho que precisar.

Esse item é tão baratinho e útil para ganhar, mas se for comprar pode pesar no orçamento.

Em casa, você pode substituir o algodão pelos paninhos reutilizáveis.

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Leituras para bebês

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Dora explorando a coleção “Leia para uma criança”

A leitura pode ser saborosa mesmo para os bebês pequenos. Quando chegamos de Porto Alegre (onde visitamos a Feira do Livro), nos esperava um pacote da campanha Leia para uma criança, uma iniciativa #issomudaomundo do Itaú. (Talvez ainda dê tempo de pedir a sua coleção!) Vieram dois livrinhos lindos, deliciosos de ler em voz alta – “O Mundo Inteiro” e “E o dente ainda doía”.

Por enquanto, a Dora gostou mais desse último – perde um pouco a paciência com as soluções e gargalha com o espirro. Acho que se identificou com o jacaré, já com dois mínimos dentes na boca. O outro era mais apetitoso no paladar mesmo. Agora que ela tem dentes e sabe sentar sozinha, parece se sentir toda especial sentada do meu lado para escutar a história.

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Livro: O Mundo Inteiro

Acompanhando os livros, veio um folheto com os 10 direitos das crianças de 0 a 5 anos em relação à leitura – vou reproduzir aqui, porque a lista é genial:

1 – Toda criança pequena tem direito de ver os livros e as pessoas lendo, observar como elas se comportam e reagem. Isso desperta na criança o interesse pela leitura.
2 – Toda criança pequena tem direito de conhecer os diferentes lugares onde os adultos leem: na cama, no sofá, no chão, no parque ou no ônibus, e pode escolher seus lugares preferidos para ouvir uma história ou “ler” sozinha.
3 – Toda criança pequena tem direito de explorar o livro – sentar em cima, bater na capa, morder, e ao escutar uma história, pode ficar sentada, deitada e em pé.
4 – Toda criança pequena tem direito de escutar muitas histórias na voz de pessoas queridas, todos os dias. Esse é um momento para o adulto demonstrar carinho, conversar com a criança, mostrar e nomear as coisas do mundo.
5 – Toda criança pequena tem direito de aprender a utilizar os livros. Para isso, é essencial que possa manuseá-los, descobrir diferentes tamanhos e formas, tipos de letra e ilustração, ver qual é a capa, como virar as páginas, onde a história começa e termina.
6 – Toda criança pequena tem direito de ouvir a história do jeito que o autor escreveu, sem alterações feitas pelo adulto que lê. As palavras estranhas e diferentes ampliam o conhecimento da criança.
7 – Toda criança pequena tem direito de ficar em silêncio, perguntar e conversar durante as histórias. É natural para ela falar sobre as suas descobertas e suas dúvidas.
8 – Toda criança pequena tem direito de usar a sua imaginação para brincar com os personagens, as ilustrações, os sons das palavras e as situações do livro, criando sua própria história. Ela pode rir, sonhar, entristecer-se, movimentar-se, surpreender-se ou até sentir uma pontinha de medo.
9 – Toda criança pequena tem direito de reconhecer situações do cotidiano das pessoas do seu grupo ou de grupos diferentes através do livro.
10 – Toda criança pequena tem direito de escutar várias vezes a mesma história, mesmo que não olhe para o livro e suas ilustrações. E, se não gostar de algum livro, a criança também tem direito de interromper a leitura.

Fonte: folheto “Leia para uma criança”, da Fundação Itaú Social (2013)

Não é tudo muito justo e verdadeiro? Lembro bem quando tentavam me enrolar e mudavam algum trecho dos livros que liam pra mim antes de aprender a ler!

De Porto Alegre, trouxemos também alguns livros na bagagem. Apesar da área infantil ter perdido o espaço maravilhoso dos anos anteriores (no cais), nosso passeio pela Feira do Livro foi todo voltado para a Dora. Claro que saímos de lá com livros pra ela. O único que comprei para mim era sobre maternidade – ou seja, mais um para a Dora.

Ela curtiu bastante o passeio. Assistiu atentamente a uma orquestra no palco da Praça da Alfândega e a um pocket show de músicas infantis. Encontramos os livros que procurávamos, de 6 a 12 meses, da Editora Girassol, e também livros para o banho, macios e de plástico mas livres de PVC, como um da editora Salamandra.

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Livro: Miau!

A Girassol publica livros especiais para bebês. A coleção O seu bebê mais esperto é dividida por fases e começa dos 0 a 6 meses. Com páginas duras, cantos arredondados, os livros são traduções da série norte-americana Begin Smart. Voltado para bebês de até 6 meses, “O que bebê vê?” tem apenas imagens – o contraste das cores estimula a visão, e uma narrativa é criada pelo contraste dos desenhos. De 6 a 12 meses de vida, para quem gosta de gatos, tem o “Miau!”, um livro com som e textura.

Abra livros e janelas para a imaginação do seu bebê. Através dessas páginas, você enriquece seu vocabulário e aponta para o mundo. Afinal, o mundo também está ali.

“O mundo inteiro está aqui. Está ali. Está em todo lugar. O mundo inteiro é tudo o que se encontra à nossa volta. Agora.”

Assim encerra e se resume “O Mundo Inteiro”, de Liz Garton Scanton e Marta Frazee (da Paz e Terra, na coleção do Itaú), aproveitando a contracapa como página final.


Leia mais:

A importância da leitura, por uma colega do portal Piccolo Universe

Alimentação para a nutriz

Mãe que amamenta tem tanta ou mais fome do que na gestação. Principalmente nos primeiros dias, pode chegar a ter desejos! Tive mais desejos quando comecei a amamentar do que grávida.

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saudade de brócolis
Foto: Frédéric Voisin-Demery

No geral, mudei bastante o cardápio em relação à gravidez. Não existe alimento proibido, o importante é se alimentar bem, mas você pode observar como o bebê reage. Não como mais brócolis, couve-flor ou vagem nem tempero com muito alho – dão cólica na minha filha. Diferente da gestação, diminuí o leite e a salsinha. Cortei quase totalmente (a não ser em algumas recaídas) leite de vaca e derivados em função do refluxo do bebê. Já couve e espinafre, por exemplo, posso comer à vontade.

No pós-parto, estava preferindo frutas e alimentos laxantes. Passados os primeiros 30 dias, pude voltar a comer feijão. As propriedades do feijão que provocam cólica no bebê (ou gases em geral) desaparecem se os grãos forem bem lavados. Isso significa deixar 12h de molho e não reaproveitar essa água, lavar mais vezes até o líquido não ficar mais escuro (no caso do feijão preto).

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feijão preto sem medo
Foto: Paul Goyette

As frutas continuam boas aliadas. Até porque, por mais que procure criar uma rotina no bebê, já virou rotina não manter as refeições em horários pré-estabelecidos e não consigo ficar tanto tempo sem comer. No inverno, por exemplo, vale aproveitar, pra quem gosta, a safra da bergamota (lá no Sul chamamos assim), muito prática para descascar (preguiça não é desculpa). Morangos orgânicos são fáceis de lavar e nem são descascados. Na primavera as opções aumentam e vale se puxar mais e preparar uma saladinha de frutas.

O tempo para se alimentar é escasso. Então – eu, pelo menos – me acostumei a comer com o bebê no colo e até a me alimentar usando a mão esquerda (sou destra). Por isso tenho ficado cada vez mais interessada em superalimentos.

Três passinhas de goji berry, por exemplo, uma frutinha vermelha do Tibet, suprem a quantidade diária de vitamina C de uma pessoa – como a vitamina C ajuda na absorção do ferro, sou vegetariana e estou amamentando, aumentei essa quantidade para umas cinco passinhas. Elas são muito pequeninhas e vermelhas, têm sabor levemente azedinho e podem ser misturadas na salada ou na vitamina/smoothie. Para sua eficácia, devem ser reidratadas, consumidas com líquido. Estão na moda porque ajudam a perder peso, por estimularem o metabolismo. Elas vêm de tão longe, o que é pouco “sustentável”, mas é a mãe “saudável” que fala mais alto – que está louca para ir a pé até a Zona Cerealista de São Paulo comprar mais.

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Foto: Miriam Wilcox

Leia mais:
Um artigo da Mamãe na Ponta Verde sobre os “alimentos proibidos” na fase de amamentação
Chás para mamães – recomendados para a produção do leite
Bebida de mãe – duas receitas deliciosas
Apoio para amamentação – tudo o que deve estar ao lado da mãe que amamenta