Toalhas de banho: aquele abraço

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Um presente maravilhoso para bebês é uma boa toalha de banho de algodão orgânico. O símbolo perfeito de um abraço aconchegante. A Dora tem duas toalhas de algodão orgânico que existem para vender no Brasil e que vou comparar aqui para conhecerem melhor.

A primeira que ela ganhou foi a da Nature Purest, marca inglesa que tem lojas próprias em shoppings brasileiros. Bem felpuda, marrom mais escuro, tem orelhas de cachorrinho na toca. É do modelo Cuddle Robe, da coleção Little Leaves.

No começo, não curtia muito secar a Dora recém-nascida com ela, porque, apesar de macia, soltava felpas que grudavam em sua pele, principalmente entre os dedinhos dos pés (como algumas meias). Eu notava quando passava hidratante nela. Não era descamação da pele. Aí, certa vez, deixei a toalha suja no fundo do balde de roupa suja por mais de três dias. Ela umedeceu e mofou um pouquinho. Nós fervemos num panelão apenas com água para tirar o mofo. A recomendação do fabricante é não lavar em temperatura superior a 40ºC. Problemas corrigidos: o mofo se foi, e a tolha parou de soltar pêlos. Uma amiga me contou que nunca teve esse problema com a do filho dela, mas conosco foi assim.

A segunda a Dora ganhou no aniversário de um ano. Pois é, depois de um ano, ainda vale a pena ganhar toalhas boas assim! É brasileira, da Cotton Cloud, revendida em lojinhas de roupas orgânicas para bebês em todo o Brasil. Ela é bem macia também, mas mais fininha, penugem mais rala. De um lado, algodão estampado; atoalhada na parte interna. Cor creme, clarinha. Há desenhos fofos de coelhinhos e, na touca, orelhas de coelho – modelo já fora de catálogo, mas semelhante aos da nova coleção.

As vantagens da nova toalha em relação à primeira é que, além de não termos passado por nenhuma experiência negativa com ela, é brasileira e parece um pouco mais larga. Então facilita a vida dos pais ou cuidadores para secar a criança quando cresce. Quando a toalha é muito estreita, precisamos de uma para tirar a criança do banho e outra para enxugá-la. Mesmo já mais independente, a Dora ama essa toalha.

O que faz a diferença é a disposição, o tamanho é uma ilusão. A da Nature Purest tem formato de losango e touca pequena – essa seria a mesma posição do cueiro para fazer o wrap e enrolar o bebê, mas falta pano nas laterais à medida que a criança cresce. A da Cotton Cloud tem touca maior e formato retangular.

Medidas:
Nature Purest: 94cm x 1m, com 13cm de capuz
Cotton Cloud: 98cm x 66cm, com 22cm de capuz

Sempre usei diretamente, sem precisar de cueiros. No caso da primeira toalha, se tivesse um cueiro bem macio, poderia ter usado com ela e então as felpas não “grudariam” na pele da minha filha. Se você já tem outras toalhas infantis, mas quer o toque macio do algodão orgânico na pele do seu bebê, recomendo investir num cueiro de algodão orgânico, como o da Green is Great, marca brasileira que trabalha com matéria-prima brasileira. O cueiro desta marca não tem capuz, então pode ser usado como uma manta leve nos passeios, na saída de banho com a toalha ou para enrolar o corpo do recém-nascido e começar o banho do bebê.

Saiba mais:
Como dar banho no bebê
Por que usar algodão orgânico
Como escolher o enxoval do bebê
Dispensáveis e indispensáveis

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Como dar banho no bebê

Como dar banho no nenê?

Dora ensina como dar banho na boneca

Dar banho era possivelmente minha maior inquietação antes de ser mãe. Trocar fralda, amamentar, pegar no colo, não temia nada disso. Já o banho… Tanto que deixei o papai se encarregar dele nas primeiras vezes, e aproveitamos todas as dicas das enfermeiras no hospital.

Como mãe de primeira viagem, fiz um curso numa maternidade sobre os cuidados básicos do bebê. Fiquei bastante apegada àquele passo-a-passo. Agora que já não seguimos os passos e a Dora já sabe (na teoria) como tomar (e dar) banho, vou repassar os pontos para vocês, comentando como pode ser mais sustentável.

Primeiro: lavar a cabeça
Mesmo o banho de hoje começa pela cabeça, principalmente se usamos shampoo e sabonete no lugar do sabão líquido da cabeça aos pés. Assim não irrita os olhos, pois a água da banheira ainda não tem espuma.

Rosto e região dos olhos: apenas água morna
Esta etapa você pode fazer ainda no trocador, antes de despir o bebê. Se esquecer, não tem problema deixar para o final, quando for colocar a fralda.

Prefira usar a água quentinha da térmica de limpar o bebê (da troca de fraldas) e não a da banheira, onde há resíduos de sujeira ou sabão e pode infeccionar os olhos – recomendação de um oftalmologista. Na aula do hospital, indicavam algodão. Em casa, você pode usar lencinhos de fralda de pano, dessas fraldinhas de boca, limpas e passadas a ferro.

Atenção: (quando removemos a maquiagem, muitas vezes nos confundimos) a forma correta é limpar as pálpebras de fora pra dentro. Ou seja, se há alguma sujeirinha, ela será descartada pelo cantinho interno do olho, próximo do nariz.

Orelhas
A recomendação oficial é limpar a área mais externa da orelha com cotonete, cuidando para não empurrar a sujeira para dentro. Esta é a etapa menos sustentável, visto que no Brasil não se encontra cotonetes biodegradáveis. Tanto faz se é infantil ou adulto. À medida que o bebê cresce, não vejo necessidade de limpar a orelha diariamente, a não ser que tenha enfrentado muito vento ou se brincou na areia da praia ou da pracinha.

Primeiro passa cotonete com água morna. Depois passa a outra ponta seca para secar a orelha. Por dentro e por fora. Cotonetes diferentes para esquerda e direita. Dois cotonetes ao dia… O ideal seria usar um cotonete de haste biodegradável e algodão orgânico.

O problema maior das hastes flexíveis comercializadas (mesmo as infantis) não é o fato do plástico da haste não decompor, mas a composição do algodão. Além de sofrer processo de branqueamento, há outros químicos bactericidas anti-mofo que podem ser prejudiciais à nossa saúde. Em vez de usar o mimikaki (haste japonesa de bambu para remover a cera do ouvido), já que o correto é não remover a cera, uma sugestão é simplesmente limpar as orelhas com o paninho ou com a própria toalha de banho. A cera pode derreter sozinha e voltar ao ouvido naturalmente, sem que você perceba. (Quando notava que minha filha estava “entupida” e queria “sugar” a umidade do ouvido, usava a técnica da cebola.)

Como enrolar o bebê?

Baixa o bracinho e enrola, baixa o outro bracinho e enrola. Pode ser com um cueiro, uma fralda de pano, um cueiro moderno ou mesmo com uma toalha de banho infantil. Fazia isso já sem fralda

Cabelos
Antes de lavar os cabelos ou para toda essa primeira etapa do banho, você pode enrolar o bebê num cueiro (swaddle), prendendo seus bracinhos. Apóie o bebê no antebraço esquerdo (se for destro) e com a mesma mão segure a cabecinha do bebê. Se conseguir, tampe os ouvidos do bebê com o polegar e um dedo da outra extremidade (dedo médio), para não entrar água. A mão oposta (direita) fica livre para manusear o shampoo e passar água na cabecinha do bebê.

Observe que nesta etapa o bebê não fica submerso na água, está no colo, apenas sua cabecinha é lavada. Esta técnica pode ser usada com qualquer tipo de banheira, mesmo antes de entrar no ofurô. Você não precisa dela, entretanto, se preferir dar banho na ducha, no seu colo – neste caso, apenas segure o bebê diretamente no seu colo, em contato com sua pele, e molhe-o delicadamente com o auxílio de uma das mãos.

Corpo
Desenrole o bebê e coloque-o na água, cuidando para que tenha apoio no bumbum e na cabeça. Enquanto o bebê não senta, a redinha dá bastante segurança aos pais. Para não escorregar da banheira (mesmo depois que senta), você pode colocar uma fralda de pano grande no fundo. Esta pode ser a etapa mais temida para pais e bebês! Para o bebê curtir esta parte do banho, certifique-se de que a água esteja morna (35 a 37 graus) e que tenha bastante água para cobrir o bebê. Por isso recomendo o ofurô: pouca água é suficiente para cobrir o bebê até a altura dos ombros.

Você pode dar banhos de aveia para hidratar a pele sensível e delicada do bebê.

Coto
Nas primeiras semanas do recém-nascido, é preciso limpar o coto. É a parte final do banho, depois que já saiu da água. Diferente do que costuma ser ensinado (passar cotonete), um dos primeiros pediatras que atendeu nossa filha receitava aplicar as gotinhas de álcool 70% diretamente no coto, mesmo que parecesse ficar “encharcado”, pois isso auxilia e acelera a secagem do coto e evita infecções que um cotonete pode causar.
 

Esse procedimento completo pode ser seguido até não termos mais força no antebraço ou o bebê sentar sozinho. Perto dos 10 meses, o bebê fica mais inquieto, podendo ser distraído com brinquedinhos ou livros para banho. Aproveite para ensinar as partes do corpo enquanto dá banho no seu filhote desde bebezinho!

Saiba mais:
Banho sustentável é no ofurô
Como dar banho de aveia
Três marcas de sabonete líquido “da cabeça aos pés”
A tal da redinha
Um vídeo que ilustra a lavagem da cabecinha
Detalhes que fazem diferença para menos desperdício

Da cabeça aos pés

Tem quem defenda que sabonete em barra é menos alergênico e quem diga que o líquido resseca menos. A verdade é que pele de bebê é bastante sensível. Para o recém-nascido e de preferência no primeiro ou nos dois primeiros anos de vida ou pelo menos enquanto não tiver muito cabelo, o que eu mais recomendo é o sabonete “da cabeça aos pés”. Líquido, serve como shampoo e para todo o corpo. Prático e seguro.

Agora, com mais de um ano, com o cabelo fininho crescendo e ficando jeitoso, intercalo no máximo uma vez por semana com um banho de shampoo, condicionador e sabonete em barra – e também com banho de aveia, porque o frio e a água mais quente ressecam a pele, e o condicionador, ainda mais nessas condições e tempo seco, pode provocar espinhas. Mas ainda uso na maior parte do tempo o da cabeça aos pés na minha filha.

Testei e indico três marcas mais naturais, sem corantes e outros componentes. De uma delas usamos o shampoo (depois da Dora ter completado um ano), mas eles também fazem sabonete da cabeça aos pés. Tem que ficar de olho na fórmula: corantes e ácido cítrico podem dar alergia; parabenos e alguns PEG ou outros componentes são cancerígenos. Não basta ser recomendado comercialmente (dizer no rótulo) para bebês.

testei: Vyvedas Baby & Kids Shampoo & Sabonete

Vyvedas Baby & Kids 2 em 1
Shampoo & Sabonete Líquido
Perfume bem suave depois do banho – na hora é mais marcante e lembra tutti-fruti. Bem transparente e incolor. Durou bastante. Quando chegava ao final, não queria que acabasse. Como quase todos tipo “da cabeça aos pés”, pode dar uma certa dificuldade para pentear depois que o cabelo cresce. Com mais de uma semana de uso e tempo seco, deixou o cabelo bem seco.

Encontrado em lojas de produtos naturais, supermercados orgânicos ou nas lojas próprias da marca.

Embalagem: estranhei o formato, achei pouco anatômico, mas não tive problemas com ela; caiu logo o rótulo; a tampa sobe ou desce para travar, você vira e aperta para utilizar, não chegou a vazar.

Não contém ou diz não conter: corantes, Lauryl Ether, óleo mineral, parabenos, PEG, Quaternium-15, sabão, ingredientes de origem animal

rótulo do Vyvedas Baby & Kids Shampoo & Sabonete

Contém: camomila, calêndula, perfume de óleos essenciais; sodium lauroyl sarcosinate (considerado seguro); benzyl alcohol, ácido cítrico

Origem: Brasil

Testei: Weleda Shampoo & Body Wash

Weleda
Calêndula Shampoo & Body Wash
Bem interessante. O perfume clássico da linha baby da Weleda, de calêndula, resiste a banho enforcado, abraços apertados de tias perfumadas e suor – mais de 24h depois, estava lá, ainda que bem suave. Não curto muito (para mim) shampoo que não tenha textura transparente (meu cabelo é oleoso)… Esse sabonete é cremoso, branco, opaco. Por isso talvez facilite um pouco pentear, mas não chega a ser como um condicionador. Depois de vários dias seguidos de uso, aos 14 meses e o cabelo mais crescidinho, deixa dar nó. Aí intervenho e, no dia seguinte, aplico um condicionador. Rendeu bastante.

Encontrado em farmácias e lojas próprias da marca, entre outros estabelecimentos, no Brasil.

Embalagem: em tubo tipo pasta de dente (mas plástico), a tampa logo quebrou e não fecha direito – ou seja, não posso levar para viajar.

Não contém ou diz não conter: sabão, parabenos, corantes, conservantes, Lauryl Ether, PEG, Quaternium-15, ingredientes de origem animal

rótulo Weleda Shampoo & Body Wash

Contém: extrato de amêndoas doces, óleo de gergelim, extrato de calêndula; perfume, Limonene e Linalool de óleos essenciais; glicerina, álcool.

Origem: Suíça

Testei: Hipp Shampoo Delicato

Hipp
Shampoo Delicato
Comprei apenas o shampoo, bem que gostaria de ter experimentado o sabonete da cabeça aos pés da mesma marca. Proporcionalmente foi o mais barato dos três, mas só encontrei no exterior e comprei porque estava viajando. Essa marca desenvolve produtos orgânicos certificados – como as papinhas que comentei. Este produto não é totalmente natural, mas contém óleo de amêndoas orgânico.

O shampoo “delicato” é para peles sensíveis, indicado inclusive a adultos alérgicos. Incolor e bem suave, deixa o cabelo do bebê um pouquinho seco (no tempo seco), com frizz, mas não ao ponto de precisar de condicionador. O perfume é megasuave, tanto que não dura 24h. Bebês perdem calor pela cabeça; se suar muito, pode chegar a sentir o cheirinho de suor antes do próximo banho. Como recomendam para adultos, usei em mim também e (numa primeira experiência) meus cabelos oleosos reagiram bem.

Encontrado na Europa.

Embalagem: Fácil de manusear e fecha bem (lembrando que testei apenas o shampoo)

Não contém ou diz não conter: sabão, perfume alergênico, parabenos, corantes, conservantes, PEG, Quaternium-15, ingredientes de origem animal, óleos essenciais (supondo que alguns podem ser alergênicos)

rótulo Hipp Shampoo Delicato

Contém: extrato natural de amêndoas orgânico; Lauryl Glucoside (que, de acordo com o blog One Love Organics, não provoca irritação e é de origem natural), ácido cítrico, glicerina, cloreto de sódio.

Origem: Suíça

Saiba mais:
Cheiro bom ou cheiro ruim? – artigo sobre fragrâncias para bebês
Banho de aveia no bebê – como preparar
Os rótulos dos produtos – por que ler
Mãos de mãe – ou unhas de mãe

Experimentei: linha Lippia Alba (para os cabelos)

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Gestantes, principalmente, devem tomar cuidado com os produtos de beleza e higiene que utilizam, uma proteção ao bebê. Mamães, também. Eu agora tomo banho ao mesmo tempo que a Dora – seja no chuveiro e a Dora na banheirinha dentro da banheira, ou dando banho com ela no colo. A espuma do meu shampoo às vezes vai longe e pode cair na água dela ou até nela. Por isso cuido para que meus produtos sejam sempre que possível naturais e seguros.

Há cerca de um mês, comecei a usar a linha Lippia Alba, da Herbia. O rótulo recém foi remodelado e está lindo. As embalagens do shampoo e do condicionador são invertidas: isso não é um erro, é muito bem pensado. O shampoo, que é mais líquido, mais usado e não deve ser desperdiçado, fica “de pé”, com a tampa pra cima. O condicionador, mais cremoso e espesso, fica de “cabeça para baixo”, com a tampa na base, para descer bem e ser bem aproveitado.

Meus cabelos são mistos, mais para oleosos, então adorei. A sensação de cabelos limpos começa no perfume – cheiro “verde”, natural e refrescante da erva cidreira, como também é conhecida a verbena brasileira. Lembra o creme de mãos Folhas Mágicas (feuilles magiques ou magical leaves), da L’Occitane en Provence, com verbena (Lippia Citriodora Leaf extract) e alecrim, que infelizmente parece ter sido uma edição limitada que não foi mais lançada. O perfume é bem mais marcante que o shampoo de lavanda e verbena branca da Herbia, dura mais nos cabelos também. Aliás, tal como a lavanda, a verbena tem propriedades calmantes.

Gosto de usar duas vezes o shampoo e bem pouco condicionador (nas pontas). Mas já usei uma vez só o shampoo (banho corrido de mãe) e funcionou. Lava bem, sem ressecar. Geralmente acho os condicionadores voltados a cabelos oleosos fracos e pouco eficientes, mas não é o caso deste. Tanto que o fabricante recomenda usar a partir de 3cm de distância do couro cabeludo.

Testei em dias secos e dias úmidos. Em banhos longos e curtos, com água bem quente. Mudei o corte. Tudo certo, aprovadíssimo. E rende bem. Recomendo para gestantes, lactantes e todos que quiserem experimentar, mesmo os papais. Não é exclusividade feminina!

Além de tudo, não testado em animais.

Leia também:
Por que prestar atenção nos rótulos
Produtinhos para as mamães
Banho de mãe
Banho do bebê

Banho de aveia

Aveia no banho do bebê
Nesse verão, mesmo peladinhos os bebês passam muito calor e ficam cheios de brotoejas nas costas. O banho com leite de aveia é um aliado para recuperar a pele do bebê. É muito simples, basta ter aveia (grão médio, farinha de aveia, qualquer tipo funciona), água morna e um paninho em casa.

Coloque duas colheres de sopa de aveia em uma fraldinha de boca. Enrole a fraldinha, fazendo uma trouxinha. Molhe o pacotinho de aveia na água do banho e faça compressas no bebê, especialmente onde estiver com as bolinhas de brotoeja. É só apertar o pacotinho molhado e deixar escorrer um líquido esbranquiçado, que é o leite de aveia, sobre o bebê. Toda a água do banho ficará branquinha.

Você pode dar esse banho no ofurô. Não recomendo colocar os flocos de aveia diretamente na água, porque eles decantam e não se misturam, enquanto no sachê feito com a fralda de pano, como tenho usado, funciona muito bem. O banho de leite de aveia sem interferência de sabonetes é mais eficaz. Recomenda-se evitar o uso de sabonetes ou shampoos com glicerina, que ressecam a pele, quando o bebê está com brotoeja. É um hidratante natural, mas não sei se pode ser indicado a crianças com alergia a glúten.

Leia mais:
Este blog recomenda um banho com amido de milho

Ofurô

Se me perguntarem qual a forma de reduzir o consumo de água no banho do bebê, a resposta é ofurô. Com menos da metade da quantidade de água de um banho razoável das banheirinhas tradicionais, você garante uma imersão confortável e relaxante para o bebê. Pra quem não conhece, o ofurô é um balde sem alças, próprio para o banho do nenê.

A primeira experiência da Dora no ofurô foi inesquecível. Pais de primeira viagem, colocávamos pouca água na banheirinha e, na maioria das vezes, ela não curtia nada o banho. Numa noite de choro, com 42 dias, resolvemos dar um segundo banho, sem lavar a cabeça. Assim que ela ficou sentadinha no ofurô, o choro parou imediatamente. Como se fosse uma experiência de corpo inteiro que te renovasse, um mergulho, como dar CTRL+ALT+DEL no bonequinho (e reiniciasse bem mais rápido que um computador). Nas palavras da época: “Chorou pra entrar no balde. Lá, emudeceu. Ficou boquiaberta, perplexa de tão satisfeita e relaxada”. Pena que não registramos o escândalo que ela tinha feito.

Modo de usar
A temperatura indicada da água para o ofurô é de 35 a 37 graus. A medida de água é menos da metade do balde ou até começar a cobrir os ombros do bebê (lembre-se que a água sobe quando o bebê entra). É possível dar banho mesmo em bebês muito pequenos (dá um pouco de trabalho para segurar o pescoço). O banho pode durar até 20 minutos (o tempo que a água se mantém quentinha).

Desvantagens
No dia-a-dia, pode não ser prático se abaixar para dar banho no ofurô. Acho arriscado apoiar numa mesa ou superfície mais alta. Para ensaboar o corpinho, todo debaixo d’água, também não é tão prático. Mesmo assim, muitos pais são adeptos do ofurô (e apaixonados pelo banho noturno com ofurô) desde as primeiras semanas do bebê e usam, sim, o ofurô como banho principal.

Vantagens
Apertadinho, dá segurança ao bebê, reproduzindo a sensação de dentro do útero. Repetindo: gasta menos água; relaxa o bebê; é relativamente barato*. Quando não estiver em uso, pode servir para guardar roupas sujas ou lavar as roupinhas do bebê.

ofurôO balde da foto é da Adoleta Bebê e um exemplo de produto livre de BPA com preço acessível

Faixa de preço e modelos
À venda no Brasil de R$ 25 a mais de R$ 100. Teoricamente*, qualquer balde serve, mas os vendidos como banheira têm pelo menos um apoio na base para não virar. Existem ofurôs (mais caros) com um “banquinho” para o bebê sentar – não é necessário. Vale checar se o plástico é atóxico.

Considerações finais
Mesmo que você escolha outra forma para dar banho no bebê, você pode alternar e economizar água dando alguns banhos no ofurô. Pegando o bebê no colo, no chuveiro, sem banheira, talvez você consuma mais água. Além de reduzir o volume, o ofurô é um carinho para a criança.

Leia mais:
Dispensáveis e indispensáveis

Indispensáveis e dispensáveis

Alguns itens das listas de compras para o bebê surpreendem em utilidade ou inutilidade. É bom saber o que você não precisa ter ou pode não usar para não exagerar na hora de montar o enxoval ou até trocar por outra coisa que certamente precisará. Bebês não precisam de muito mais além de peito, colinho e muito carinho – e alguma coisa confortável para vestir. Em vez de gastar com tantos itens, invista em meias quentes e bonitinhas para o bebê, por exemplo, ou blusas e sutiãs de amamentação. Até o berço é dispensável, como eu já havia dito.


Pode ganhar bastante:

paninhos de boca e paninhos em geral

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LeoBaby

Feito de fralda de pano, de algodão ou atoalhado. Pequenos (de boca), compridos (de ombro) ou do tamanho de uma fralda de pano tradicional (tipo cueiro). Todos os modelos são bem-vindos e ajudam a todo o momento: na hora de mamar; na hora de arrotar; para proteger o recém-nascido do contato da roupa de uma visita que pegar no colo; na hora de comer a papinha; quando babar; para limpar o nariz; para limpar as gengivas, a língua e os primeiros dentes; na hora de trocar fralda (as fraldas de pano grandes são boas para “quebrar o gelo” dos trocadores e ajuda nos “acidentes” para segurar a sujeira por ser impermeável e absorvente) e, se tiver paninhos sobrando, pode até separar alguns para limpar o bebê; para dar banho (para enrolar o bebê para lavar a cabeça ou para usar como cueiro junto da toalha de banho na saída do banho) ou para não escorregar da banheira (colocado no fundo da banheirinha serve de anti-derrapante); até para lavar o rostinho do bebê; ou ainda para substituir o absorvente de seio da mamãe – principalmente na hora de dormir. Além de funcionar como recheio de fralda de pano moderna ou como fralda de pano dobrável.


babeiros

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Babeiros atoalhados com forro plástico

Os novos modelos da LeoBaby tem fechamento em velcro

Babeiro, babador ou bib. Muito antes de começar com frutas ou sucos e comidinhas, já pode usar. Hoje há modelos tão bonitos que podem compor o visual apenas como acessório. A Dora começou a babar muito entre os três e quatro meses. Pouco antes de nascerem os dentinhos até diminuiu um pouco, e a primeira dupla de dentes começou a aparecer aos seis meses, exatamente na véspera de completar meio ano de vida. Para morder os brinquedinhos e coçar a gengiva, voltou a babar bastante.

Principalmente para tomar suco ou comer frutinhas que deixam um caldinho quando esmagadas, gosto mais dos babeiros de algodão ou atoalhados, que são mais absorventes. De preferência os que têm bastante pano ou um plástico por baixo. Os mais impermeabilizados ou plásticos deixam o suco escorrer – então, se você pegar o bebê no colo para dar o suco, por exemplo, você pode se sujar mais que o bebê! E sem medo de sujar ou manchar, babeiro foi feito para isso.

Para as comidinhas pode ser que os mais plásticos sejam mais práticos de limpar. Talvez não no dia-a-dia, mas certamente em viagens.

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babeiro tipo bandana da Gumii

Adoro essa moda de babadores tipo bandana que parecem lencinhos no pescoço. Primeiro conheci os da Gumii, que são bem macios, com estampas diversas e, segundo a etiqueta, são fabricados no Brasil. Eles não deixam que o tecido molhado entre em contato com o peito do bebê, porque apenas o drapeado do tecido fica molhado. Ele tem forro, então a parte de baixo fica sequinha.

Acho lindos os babeiros tipo bandana da BabyBib, que podem combinar a estampa com a roupa ou com a calcinha e tem versões lisas e macias.

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BabyBib

Recém descobri um babador educativo, que vem com duas escovinhas!

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babeiro educativo

Reconsiderar – Deixe pra depois ou dispense:

mamadeira

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bico natural para fluxo lento

Me preocupei à toa com esse item. Deveria ter conversado sobre isso com a pediatra antes. Os bebês sabem perfeitamente tomar no copinho – seja leite ou suco. Colocam a língua pra fora e tomam com satisfação, quase como um gatinho. Podem fazer até mais sujeira depois, mas pra isso se usa o babeiro.

Se for comprar, principalmente pra quem alterna o peito com a mamadeira, prefira o bico chamado de “natural“, que a criança estranha menos. Existem também os copos de transição, anti-respingo – mas eles não são tão perfeitos assim, leia essa resenha de uma mamãe que fez uma coleção deles. Se já tiver comprado a mamadeira, você pode usá-la como recipiente para o suco, mas servir na tampa, como se fosse um copo.

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copos de pinga da Nona Maria

O copinho pode ser descartável e reciclável, como de cafezinho ou brigadeiro de colher, ou mesmo um de vidro, desses pequeninhos de cachaça – que muitas vezes trazemos ou ganhamos de lembranças de viagem e pouco usamos, não é mesmo? O bom de aproveitar o que já tem em casa e ensinar desde cedo a usar o copo é não ter medo de esquecer quando passear.  No blog da comunidade Aleitamento Materno Solidário, há um post bem interessante sobre copos de transição.

Fora que esse intermédio de plástico ou silicone para a comida é como comer com a embalagem! (Assim como deve ser com a redinha para servir frutas que parece uma chupeta – “alimentador” ou “amigo nutritivo”.) Se eu tenho uma lembrança que não gosto da primeira infância era o gosto da mamadeira com o leite quente. E aquela nata passando pelo bico? Até hoje abomino cafés que servem bebida quente com canudinho plástico. Como gostei da minha primeira caneca! E como seria bom se eu tivesse consciência de que não precisaria disso tudo quando estava montando o enxoval da Dora…


chupeta

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chupeta rosa: Mam
chupetas incolor e azul: Philips Avent

O uso da chupeta ou bico, como conhecido no RS, é bem polêmico. Há vários argumentos contra e quem seja contra permitir colocar o polegar na boca.

Ganhamos algumas de 0-6 meses, de modelos diferentes, e a Dora não pegou. Talvez tenha sido traumatizante a forma como as enfermeiras proibiram o uso no hospital logo que ela nasceu. A família chegou a fazer vídeo – colocaram na boquinha dela e, com o reflexo de chupar bem aflorado, usou o bico bem direitinho pela primeira e única vez. Foi só a enfermeira ver o objeto proibido exposto na mesa (nem na boca), que recebemos um puxão de orelha.

Não tenho nada contra, porque lembro da minha infância, como eu gostava. O nome em inglês já diz tudo, pacifier – calmante. É melhor que remédio. Os dentistas da família até defendem o uso. Mas a maioria das chupetas modernas, de silicone, BPA free, ortodônticas não parecem “apetitosas”.

Além disso, como tudo na vida, o uso precisa de moderação. Tem que deixar o bebê colocar a mão na boca, identificar seu corpo, ter a sensação de si próprio. Tem que deixar o bebê se comunicar, e o choro é a primeira forma de comunicação. Não pode simplesmente “calar a boca” colocando a chupeta. Esses dias um pai de outra menina que não quis chupeta comentou conosco que tem observado um atraso na fala de crianças que chupam bico. Não pesquisei se há estudos sobre isso, mas parece fazer sentido se a chupeta for usada como “cala boca”, instrumento de censura.

A chupeta da Philips Avent é ortodôntica, dispensa caixinha (já vem com tampa) e tem dois lados iguais – ideal para os bebês que só forem “brincar” com o bico. A MAM investe bastante em pesquisa ortodôntica e desenvolveu um modelo bem fininho pra fechar mais a boca, igual de ambos os lados. Aqui, um post de uma mamãe que ama esse modelo.

Além do fato de não saber se o bebê vai “pegar” ou não, recomenda-se o tamanho de 0-6 meses para facilitar quando precisar largar o bico – ele fica pequeno e a criança desiste dele sozinha (dica repassada recentemente por uma amiga futura mamãe). Reconsidere antes de comprar. Para brincar de colocar na boca, existem brinquedos e mordedores.


Dispensáveis:

banheira

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modelos da Galzerano

As banheiras tradicionais, com base e trocador (existem algumas lindas orgulhosamente fabricadas no Brasil), começam a ficar perigosas quando o bebê começa a se mexer mais. Verifique também o limite de peso sugerido pelo fabricante de acordo com o modelo. Seu “prazo de validade” é curto. As infláveis podem servir na adaptação para um banho de banheira maior, mas no começo, se não tiver onde apoiar, dificilmente vai querer se agachar diariamente para dar o banho. No baldê / ofurô, a criança fica imersa e relaxa, alguns pais se adaptam bem, mas não é tão fácil passar sabonete. Leia o trecho “Hora do banho” do post sobre enxoval da mãe do Gabriel e da Carmen.

Um jeito prático, inclusive para recém-nascidos se sentirem seguros no banho e ótimo em viagens é dar banho no chuveiro, com o bebê no colo. Cuide apenas que o bebê ensaboado fica mais escorregadio, mas é bem fácil de dar esse banho. Mais uma vez, saber dar banho no banho de chuveiro pode ajudar a sobreviver longe da banheira e poder viajar com a mala mais leve. Em casa, você pode até instalar um chuveirinho especial, que pode ser ajustado em diferentes alturas, conforme o crescimento da criança. Gosto muito deste artigo com oito motivos para dar banho de chuveiro no bebê.


trocador

Na bolsa, sim, é importante ter um trocador portátil ou uma fraldinha de pano ou pedaço de TNT (tecido-não-tecido) para colocar sobre trocadores públicos. Se perde tanto tempo procurando uma cômoda na altura ideal e segura para usar como trocador quando na verdade ali não é o local mais seguro para trocar o bebê. Esse perigo também está nos trocadores sobre as banheiras. Apesar de eu ter recomendado acima o uso de fralda de pano em cima do trocador, ela é muito escorregadia sobre o plástico, ainda mais se não houver alguma proteção, como laterais elevadas. Quando o bebê aprende a rolar, todo cuidado é pouco.


Não imagina que pode precisar tanto:

algodão

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necessaire da tia Ju

Ainda não somos adeptos do lencinho umedecido, preferimos algodão e água morna. Como bons gaúchos (apesar de não termos o hábito de carregar o chimarrão onde quer que a gente vá, não com essa frequência), não nos incomodamos por carregar a térmica de água morna na bolsa do bebê e até compramos uma térmica de 200ml pra Dora.

O ideal seria algodão orgânico, que infelizmente ainda não existe à venda no Brasil. O mais vendido para bebês é o algodão bola, mas se você mergulhar todo ele n’água, vai ter que espremer bem pra não molhar demais o bebê. Você pode desenrolar a bola de algodão e dividi-lo em pelo menos três pedaços ou comprar o zigzag de algodão, de onde você tira o pedaço do tamanho que precisar.

Esse item é tão baratinho e útil para ganhar, mas se for comprar pode pesar no orçamento.

Em casa, você pode substituir o algodão pelos paninhos reutilizáveis.

Viagem com bebê

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Foto: Jeremy Engleman

Viajar fora de época é uma escolha sustentável. Além de ser mais tranquilo, sem multidão para passear com as crianças, não esgota os recursos locais, como é o risco da alta temporada. Com bebês, ainda mais fácil, aproveitando que não têm calendário escolar, estão sempre de férias.

Ser sustentável fora de casa com bebê não dá trabalho e permite que você seja um turista consciente, respeitando o ambiente que visitar. Confira algumas dicas:

Trocador

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Fralda Bonita

Normalmente, não há problema algum em usar um trocador lavável e impermeável. Em alguns destinos ou situações, no entanto, pode ser mais prático usar um trocador descartável. O xixi pode escorrer do trocador ou você pode ter dificuldade para limpá-lo.

Você pode fazer seu próprio trocador (ou cobertura para trocadores públicos) cortando um pedaço de TNT (tecido não-tecido). Ou comprar os trocadores biodegradáveis como este da Wiona:
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Fraldas
Você pode levar fraldas biodegradáveis (no Brasil, temos a Wiona) ou, caso precise de mais fraldas ou viaje por um longo período, procurar fraldas biodegradáveis no lugar de destino. (Comprando a maior parte das fraldas no destino, certamente a mala fica mais leve.) A Wiona pode ser encontrada em vários países, mas existem outras marcas no exterior. No México, existe a BioBaby. Nos Estados Unidos, a Honest. Na Suécia, a Nature Babycare. Na Itália, a Naturaé.

Se preferir levar as fraldas de pano, procure recheios descartáveis e degradáveis para essas fraldas. Existem as coberturas descartáveis, apenas para a superfície e resíduos mais sólidos, que são lencinhos chamados de forrinho ou liners. E também recheios absorventes degradáveis descartáveis, que absorvem xixi e evitam sujar a fralda – esses são os disposable inserts. Se informe sobre o sistema de esgoto da cidade e da casa antes de descartá-lo na patente – ainda que diga “flushable” na embalagem. Na foto, são inserts da marca Charlie Banana:

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Banho
Agora que você já domina o banho do bebê na banheirinha de casa, como sobreviver sem ela? A solução é levar uma banheira inflável ou, ainda mais simples, tomar banho com o bebê no chuveiro. As banheiras infláveis para bebês costumam ser confortáveis, fofinhas, anatômicas para apoiar o bebê e ainda avisam se a água estiver muito quente. São também uma forma da criança se adaptar ao banho em banheira ou chuveiro. Geralmente são recomendadas até 12 meses, mas tem gente que usa por mais tempo.

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Sono
Dificilmente há berços disponíveis nos hotéis. Se o bebê não dormir no carrinho ou na sua cama, você pode colocar um colchão no chão para ele deitar. Existe ainda um berço inflável que serve como cama e banheirinha!
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Alimentação
Até os seis meses, pode ser mais fácil viajar se o bebê está apenas sendo amamentado. Depois disso, inclua na sua pesquisa da viagem papinhas orgânicas que possa comprar. Uma dica interessante repassada pela Irene, do CineMaterna: não acostumar o bebê apenas com comida quente. Fica mais fácil não precisar aquecer a papinha.

Mala

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Foto: Janet McNight

Leve o mínimo de peças. Se possível, seja econômico na sua mala, já que a criança pode precisar de mais trocas de roupa. Em vôos nacionais, bebês de colo não tem franquia, e a equipe de check in raramente deixa de cobrar 1kg de excesso de bagagem. Apenas o carrinho ou bebê conforto é despachado sem pesar.

Saquinhos
Para organizar a mala e separar os conjuntinhos, você pode usar saquinhos de TNT (como aqueles de sapatos ou sacolinhas retornáveis).

Para roupa suja ou fralda suja (mesmo as descartáveis biodegradáveis, caso não encontre um lixo), você pode levar um saco como esses da Fralda Bonita que havia sugerido aqui. Cabem duas fraldas em cada saquinho, que é impermeável e fecha.

Compras
Leve pelo menos uma sacola retornável para fazer compras. Em alguns países os supermercados não oferecem mais sacolas plásticas, apenas saquinhos sem alça. Reduza a quantidade de sacolas que você vai trazer ou de lixo que vai deixar.

Se quiser trazer alguma lembrança, não retire do local plantas, flores, conchas ou outras coisas que possam alterar o ambiente da região visitada ou interferir na flora de onde você mora. Informe-se sobre o que a Anvisa permite trazer para evitar transtornos com a Polícia Federal na volta ao Brasil.

Na hora de adquirir um presente, escolha produções regionais, de produtores locais, como artesãos ou indústrias que usam matéria prima local também.

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Foto: Anita Peppers

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Banho de mãe

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Toda mulher aprende a ser sustentável – ou ao menos a economizar água – ao ser mãe. Entre as mudanças depois do parto está a duração do banho. Impossível que não fique mais rápido. É sempre uma gincana: quando conseguirei terminar antes dela começar a chorar?

Mesmo que o bebê não chore no meio do banho da mãe, a água caindo sobre o corpo parece ter som de lágrima. Os berros já soam na nossa cabeça como um alarme.

Qual a tua visão de mamãe sustentável? Te inscreveste no sorteio das fraldas ecológicas? Pais, tios, avós, dindos e amigos também podem participar. Hoje é o último dia para inscrição.