Chás para mamães

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Duas dicas de chás para mamães:

Anis estrelado
Por que tomar: Dica da minha amiga Sara, supermamãe do Davi e da recém-nascida Clara. Estimula a produção de leite materno e previne as cólicas do bebê (as propriedades são transmitidas através do leite materno). Veja este depoimento de outra mamãe que também aderiu ao chá.

Como faço: Fervo oito estrelas de anis em um litro d’água por cinco minutos e deixo até 15 minutos em infusão. Segundo a Sara, deve ser tomado quente e puro, quatro xícaras por dia (e fica mais gostoso ainda quente).

Onde encontrar: para quem mora em São Paulo, o melhor lugar são os armazéns da Zona Cerealista.

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Foto: BioÉ Orgânicos

Hortelã
Por que tomar: Dizem que inibe os gases, então é bom para o bebê que é amamentado (os benefícios se estendem através do leite materno), e para a mãe. As mudanças hormonais no período pós-parto são comparáveis à menopausa. Além do estresse das primeiras noites mal dormidas, há uma considerável diminuição de estrogênio – mesmo hormônio que deixa o cabelo das grávidas lindo e forte. Estimulando ou não a produção de estrogênio, esse chá não contém cafeína. Por essa razão e por ajudar na digestão, pode ser bom para gestantes. Recomendado na gestação também em função da retenção de líquidos, já que o hortelã é diurético e o chá ajuda no bom funcionamento dos rins. Atenção: este post sobre as propriedades do hortelã alerta para evitá-lo antes de dormir.

Como faço: Fervo um punhado de folhas de hortelã em um litro d’água e deixo em infusão por cinco minutos. Sirvo e consumo ainda quente, puro. (Muito mais gostoso com folhas frescas do que no saquinho!)

Onde encontrar: Em qualquer supermercado, em feiras (de preferência, orgânicas), mas você pode ter sempre em casa numa hortinha de temperos.

Para servir, nada mais belo do que uma xícara bem vintage da sua família ou garimpada em feirinhas de antiguidades. Na foto, uma banca da feira de San Telmo, de Buenos Aires. Num chá da tarde entre mamães (por que não?), separe algumas estrelinhas ou folhinhas para decorar o pires.

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Foto: Matraqueando

Saiba mais:
Sem cafeína na gestação
A queda de cabelo no pós-parto, segundo uma dermatologista
O estrogênio, segundo uma yogi e doula
A Feirinha de San Telmo, segundo uma viajante

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Bici-carrinho

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Foto: Taga Bikes

Inspirada em bicicletas de carga, como a Nihola, a Taga é uma bici portátil que se transforma em carrinho de bebê em quatro passos (até 20 segundos). Assim como o modelo holandês ou dinamarquês, tem três rodas. Feita em alumínio, a Taga Bike pesa 20kg (só o chassis, sem contar o assento ou o cesto), mas pode ser carregada no transporte público, dentro de lojas ou em elevadores. Há quatro opções de cores de bebê conforto para acoplar na Taga Bike: vermelho, laranja, azul ou verde.

No formato stroller/carrinho, ela carrega bebês de até 15kg. Como bike, o assento infantil suporta até 25kg. Ou seja, pode carregar crianças no máximo até os cinco anos. Esse mesmo assento pode ser usado a partir dos seis meses, mas uma cadeirinha de carro apropriada para recém-nascidos pode ser acoplada com um adaptador ao formato de carrinho. Para andar no formato de triciclo/bici, recomenda-se esperar a criança completar um ano de idade. Pode carregar até duas crianças.

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Com o segundo assento
Foto: Taga Bikes

Lá fora, custa cerca de $1.500,00. No Brasil, já é importada e vendida por quase R$ 8.000,00. À venda em sites como este.

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Com o acessório para bebê conforto
Foto: Taga Bikes

Depois que a criança crescer você pode usar a Taga com o eco shopping basket, transformando a bicicleta em carrinho de compras. Este acessório, no entanto, custa $ 230 (dólares) no exterior.

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Foto: Taga Bikes

Leia mais:
Padrão de segurança da Taga
Todos os posts sobre transporte
Resenha sobre a Taga
Carrying children on bikes
Como escolher a bicicleta adequada

Primeira bicicleta

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Foto: Camará Movelaria

Ótima ideia de presente de primeiro aniversario: uma bicicleta sustentável que cresce com a criança, dos 18 meses aos cinco anos (ou até os 25kg). A Woodbike é fabricada no Brasil, em madeira laminada certificada pelo FSC– Conselho de Manejo Florestal (de Sumaúma, uma árvore tropical). Criada pelo designer Fábio Belardo, na Camará Movelaria, tem inspiração em modelos estrangeiros.

A Woodbike pode ser montada em três estágios: como triciclo, a partir dos 18 meses; como bici com quadro baixo, até os três anos; com o quadro alto, dos três aos cinco anos. Ela não tem pedais, corrente ou freios. Prepara a criança para uma boa coordenação com os movimentos da bicicleta, estimulando o equilíbrio e fortalecendo a confiança da criança. O guidão gira apenas 60 graus, evitando viradas bruscas. Recomendável o uso com um capacete infantil.

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Foto: Camará Movelaria

Vem desmontada, mas acompanhada de manual ilustrado e até das ferramentas. É vendida em kits dois-em-um (dos dois aos cinco anos) ou três-em-um (completa, a partir dos 18 meses). Há opções de cores para as rodinhas: azul, vermelho, verde ou rosa. Todas as peças são de fácil reposição (se resolver renovar a bike, mudando a cor para outra criança aproveitar, por exemplo, fale com o fabricante).

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Foto: Camará Movelaria

As idades para cada etapa da bike são sugestivas. Tem criança que já se sente segura para pedalar bem antes dos cinco anos – e então já largaria a Woodbike. Semana passada, a Nara, filha dos amigos Reinaldo e Renatinha, completou três anos e saiu pedalando uma bici no dia do aniversário sem ter nunca experimentado antes.

Produto em lançamento, pode ser encontrado em lojas (como esta) ou ser encomendado diretamente do fabricante. Veja como funciona:

Boneca para meninos e meninas

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Foto: Small Potatoes

Minha avó, mãe do meu pai, só teve filhos homens. No entanto, na casa dela, tinha boneca para os filhos brincarem. Ela defendia que assim eles aprenderiam a ser bons pais. E todos se tornaram excelentes pais!

Recentemente encontrei este artigo sobre como as bonecas ajudam na compreensão de si mesmo e do mundo ao seu redor. Segundo as autoras – a mamãe Christie (do blog mamaot.com), a fonoaudióloga infantil Katie Yeh e a psicóloga Laura Hutchinson -, a dramatização com bonecos aos dois anos ajuda no desenvolvimento cognitivo da criança. Muitas vezes podem experimentar primeiro no boneco e depois em si mesmo, aprendendo como se vestir, inclusive.

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Mamãe blogueira Arlee comemorou o Dia dos Pais ensinando os filhos a brincar de boneca – Foto: Small Potatoes

Podem exercitar usar as duas mãos e fazer coisas diferentes com cada mão ao mesmo tempo (segura o boneco e fecha um casaquinho, por exemplo). Ao brincar de alimentar o bebê, praticam segurar talheres e copos. Dar banho no boneco ajuda a vencer o medo do banho. E o brinquedo pode ajudar no desfralde – o boneco pode sentar no penico também.

Brincando com seu “espelho-boneco-bebê”, a criança pode desenvolver melhor a fala. Os pais podem ensinar, através do boneco, as partes do corpo, peças de roupa, posições, cores, conceitos de tamanhos, o uso de preposições (dentro, fora, embaixo, etc.), conjugar verbos, responder perguntas sobre “onde”, “o que” e “por que”.

Os pequenos podem tirar dúvidas sobre si através dos bonecos ou reproduzir uma cena que vivenciaram. O boneco também prepara a criança nos aspectos sócio-emocionais, no carinho pelos outros, na interação com outras pessoas (você pode escolher um boneco étnico ou de cor de pele diferente do seu filho; pode preparar a chegada de um irmãozinho ou outra criança da família). A criança pode trocar o papel com os pais e aprender a assumir o controle sobre a própria vida com segurança.

Existe uma campanha que está sendo bastante difundida nos blogs de mães para saber qual brinquedo é para meninos ou meninas. Se precisar usar a genitália para brincar, não é para criança. Portanto, todos os outros são para todos.

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Leia mais:
Os batatinhas da Arlee brincando de papais
O artigo original sobre como as bonecas ajudam na compreensão de si mesmos e do mundo ao seu redor
Quando meninas brincam com caminhões e meninos vestem tutu
Um artigo ótimo sobre a criança real e as apostas do sexo do bebê – o menino nasceu em julho
Na Alemanha e na Austrália, já existe a opção do registro do sexo indefinido em alguns documentos

Bebida de Mãe

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frosty de pura melancia
foto: babble.com

Cafeína, refrigerantes, álcool. A lista de bebidas proibidas a futuras mamães ou mães amamentando não é pequena. Não é por isso que não podem brindar com bebidas gostosas e divertidas.

Em vez do vinho, suco de uva integral – de preferência orgânico! Delicioso e comprado pronto. E com um pouquinho de criatividade, um liquidificador e muitas frutas, temos mais opções: suco verde, vitamina, smoothie (versão moderna da vitamina) ou frosty.

O frosty ou “gelado” ajuda a aliviar o mal estar da gestação. Vegano, é uma ótima alternativa para mães que estão cortando ou diminuindo o leite (em função do refluxo do bebê, por exemplo). Se misturado com frutas cítricas, ajuda a fixar o ferro. Além de tudo, evita desperdício de frutas – antes que estraguem, vão para o congelador para depois irem para o copo.

Existem muitas receitas, vale usar a criatividade, aproveitar as frutas da época e experimentar. No caso do frosty, em vez de usar gelo puro, prefiro frutas congeladas. Minhas preferidas, melancia e banana. Corte em cubinhos a melancia ou em rodelas a banana e conserve congeladas.

Nessa fase de “lei seca”, quem viaja e gosta de trazer alguma garrafa de fora pode investir, por exemplo, num bom maple syrup para adoçar seu drink. Ganhamos esse orgânico de uns amigos, muito bom:

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Brad’s Organic Maple Syrup

Duas receitas:

Frosty de melancia (adaptado daqui)
2 xícaras de melancia cortada em cubos congelada
2 ou 3 colheres (sopa) de suco de limão, limão bergamota ou lima (1 fruta espremida)
2 colheres (sopa) de maple syrup*
1/4 de xícara de água
1/2 banana ou 1 banana pequena fresca (opcional, mas recomendado para deixar a textura mais suave e macio)
1 1/2 xícara de kiwi fresco (sem casca) – com kiwi, a bebida fica marrom; se quiser um resultado cor-de-rosa, não inclua
Folhas de hortelã para decorar
* pode ser substituído por mel (mas aí não poderá mais ser considerado vegan)

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foto: Recipe.com

Frosty de banana
Esse é o melhor de todos. Banana congelada batida não precisa de leite nem de soja, só um pouquinho de água ou água de coco ou suco de laranja. Pode misturar com a fruta fresca que preferir, fica ótimo com mamão ou manga. Não tem erro. Por exemplo (adaptando desta aqui): duas bananas congeladas, duas xícaras de manga, uma xícara de suco de laranja.

Quarto sustentável para bebê

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Foto: Mama Liberated – o quarto de Finn

Algumas ideias para montar o quartinho do bebê de forma sustentável:

Berço
O método educacional Montessori, que valoriza o desenvolvimento da criança, dispensa a compra de um berço. Defende que o bebê deve ter o seu cantinho, com tudo a seu alcance. Nos primeiros meses, um berço pequeno, moisés ou carrinho travado (e que possibilite o bebê deitar) pode ficar no quarto dos pais. Depois, basta um colchão no chão no quartinho da criança, que permite independência, sem que enxergue o mundo através de barras. Muito cuidado ao abrir e fechar a porta do quarto.

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Foto: Annabelle Lawrence – quarto de Adelaide

Um modelo bacana para ficar no quarto dos pais é esse extensor para a cama.

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foto: Baby Bay

De design alemão, não encontrei no Brasil. Ele é facilmente transformado em estante ou, com alguns acessórios, pode virar uma cadeira de alimentação, um banco ou uma escrivaninha.

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Outra opção são os berços que crescem com as crianças. São de modelo norte-americano, que viram mini-cama. O estrado tem várias alturas, de acordo com o tamanho do bebê – enquanto é menor, fica mais alto; vai aprendendo a sentar ou levantar, abaixa o nível do estrado (hoje, quase todos os berços fabricados no Brasil são assim). Depois, pode remover as grades e transformar em caminha para a criança.

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foto: Tulipa Baby

Este modelo, Floresta, da Tulipa Baby, vira mini-cama, é produzido no Brasil com madeira maciça reflorestada e acabamento com tinta livre de metais pesados.

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foto: Tulipa Baby

Há também quem prefira compartilhar o quarto ou a cama com o bebê. A vantagem, principalmente nos primeiros meses do bebê, quando ainda não dorme a noite toda, é não precisar se deslocar para amamentar. O risco de morte súbita existe em todo o tipo de cama (leia um texto esclarecedor neste link).

Na compra de móveis, procure saber se é de madeira reflorestada e com tinta atóxica. Se puder comprar de segunda-mão ou ganhar de uma família que já está com as crianças grandes, tão melhor. Há lojas especializadas que vendem produtos usados para crianças, mas o berço pode ser encontrado também em alguns antiquários. É a chance de conseguir um produto bem resistente, de modelo que dificilmente se encontra à venda.

Atenção para a segurança do berço. Mesmo se esteja adquirindo um novo, observe o espaçamento das grades principalmente. Com a caminha alta ou no chão, tome cuidado com o kit berço e excesso de almofadas ou travesseiros para que a criança não se sufoque. Parte da campanha Faça Certo, o Inmetro produziu este vídeo sobre as normas de segurança dos berços. Este outro vídeo também é interessante sobre testes em berços.

Se comprado na internet, certifique-se que tem garantia ou prefira que a loja se responsabilize pela montagem.

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foto: Tulips and Flight suits

Para crianças maiores, a base da cama pode ser reaproveitada de pallets.

Organização e Decoração
Para organizar os brinquedos e coisinhas do seu bebê, reaproveitar é o segredo.

Gavetas com defeito ou partes defeituosas de uma gaveta podem não encaixar numa cômoda, mas servem como prateleiras. Com uma mão francesa, você pendura na parede. Gavetas inteiras ou cestos podem ser pregadas na parede (com o fundo na vertical).

Caixotes de feira podem se tornar estante:

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foto: Heideh Shadravan – via Pinterest

Prateleiras de temperos podem servir como biblioteca infantil:

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foto: Ikea

De preferência, possibilite que a criança tenha acesso a alguns objetos e posicione a decoração no nível dos olhos dela – como orienta o método montessoriano. Selecione meia dúzia de brinquedos para ficarem disponíveis, evitando excesso de estímulos e incentivando a concentração.

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Foto: Annabelle Lawrence – quarto de Adelaide

Para decorar, você pode fazer seu próprio papel de parede ou adesivo decorado com tecido. Aprenda com este vídeo da TV Casa.

Saiba mais:
Vida de Mãetessori – artigo sobre o método Montessori

Mamãe sustentável é…

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Este post é para agradecer a todos os inscritos no sorteio Wiona & Mamãe Sustentável por sua participação e suas frases inspiradoras.

Além das sorteadas, divulgadas aqui, segue uma seleção de frases lindas recebidas (na ordem das inscrições):

“É ser uma mãe que pensa no futuro do seu filho, se preocupando com sua vida, com sua história, com a natureza e a vida que o cerca.”
Andreia Silva Moran – São Bernardo do Campo/SP

“É ajudar seu filho a crescer usando um produto que não seja poluente ao meio ambiente.”
Lisiane Maria Veiga Maievski – Canoinhas/SC

“Ser uma mamãe sustentável é entender que, assim como hoje ela precisa de mim e está completamemte ligada a mim, desta forma mágica que os bebês se conectam às mães, o futuro dela está ligado ao futuro do planeta e o planeta depende dela.”
Paola – São Paulo/SP

“É dar o que se tem de melhor para o seu filho, com responsabilidade e comprometimento ecológico, mas sem abrir mão da qualidade.”
Fabrícia Macabu – Niterói/RJ

“É cuidar bem do bebê humano, do bebê planta e do bebê bicho!”
Daniela de Oliveira Danieli – São Paulo/SP

“A Mãe Sustentável leva os dias com atitudes e escolhas que respeitam o meio em que vive, um orgulho e exemplo pros filhos espelharem-se!”
Bia Martins – Porto Alegre/RS

“É se preocupar em praticar, e ensinar seus filhos, as melhores formas de deixar a menor pegada de carbono possível e a cuidar bem do mundo em que vivemos.”
Juliana – Porto Alegre/RS

“Mamãe sustentável é conscientizar seus filhos através das atitudes do dia-a-dia, começando com a escolha das fraldas.”
Fátima – São Paulo/SP

“Ser uma mãe sustentável é preocupar-se com o bem estar de seu filho e também com o mundo a seu redor, o mundo onde esse bebê viverá no futuro.”
Rafaela Velmovitsky Pinto – Rio de Janeiro/RJ

“É ser uma mamãe que se preocupa com o mundo de hoje e o mundo que vai deixar para seu filho no amanhã.”
Debora – Pompéia/SP

“Ser uma mãe sustentável é educar com exemplos. Mamãe cuida do futuro do filho, ensinando-o a preservar o planeta.”
Gabrielle Arani Alves Tessmann – Salvador/BA

“É uma mãe consciente na escolha e uso dos produtos para seu filho, tornando o mundo um lugar onde ele possa crescer com saúde e bem estar e ter condições de também cuidar dos seus filhos em um mundo socialmente justo, economicamente viável e ambientalmente correto.”
Janisse – Morro Redondo/RS

“Uma mãe sustentável é aquela que está sempre em busca de novos produtos que se adaptem ao mundo moderno e usem os recursos disponíveis de tal forma que as próximas gerações também possam usá-las.”
Iolda – Morro Redondo/RS

“É ensinar ao seu filho, não importa a idade que ele tenha, que todos juntos podemos construir um mundo melhor.”
Gisella de Albuquerque Monteiro Rodrigues – Maceió/AL

“É planejar todos os dias da minha vida como vou te ensinar com amor e carinho a cuidar do nosso lindo planeta!”
Luma Caroline – Curitiba/PR

“Ser uma mamãe sustentável é dar a vida pelo seu filho, através da mudança de atitude diariamente em relação ao consumismo, buscando praticar os 5 R´s (Repensar, Recusar, Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Consciência no Consumo, sempre.”
Patrícia França – Belo Horizonte/MG

“Uma mãe sustentável cuida de todas as necessidades do filho, inclusive da sua relação com o planeta.”
Marcela Buralli – Brasília/DF

“Ser uma mamãe sustentável é se preocupar não só com o futuro do seu bebê, mas de todos os outros.”
Leda Carbonera – Campo Grande/MS

“É regar os filhos com ações concretas e favoráveis a manutenção e cuidado com o meio ambiente!”
Luciana Magalhães – Brasília/DF

“Ser um mamãe sustentável é fazer escolhas pensando no futuro da geração do meu filho, fazer escolhas que deixem apenas um rastro no planeta, o do meu amor por ele. Amar é não poluir o mundo que ele vai herdar e contribuir para construir um mundo melhor para nossos filhos.”
Carol Passos – Rio de Janeiro/RJ

“É se preocupar com o futuro dos nossos pequenos, fazendo o melhor para a natureza! Ensinar os pequenos a serem mais conscientes cuidando da natureza e evitando o consumismo.”
Andressa Gabriele da Silva – Porto Alegre/RS

“Mãe sustentável é a que busca sempre o melhor para o seu filho a longo prazo, ou seja – causando o mínimo de impacto e agressão ao meio ambiente.”
Waltércio – Pelotas/RS

“É ensinar seus filhos que bonito é respeitar o mundo em que vivemos, é cuidar do nosso lar (planeta) e fazer com que ele dure muuuito mais.”
Sandra Paschoiotto – Boa Vista/RR

Obrigada e bom final de semana!

Resultado do Sorteio Wiona & Mamãe Sustentável

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As duas participantes sorteadas hoje foram a 19ª e a 21ª inscritas: Fernanda Quintas, de Brasília/DF, e Camila Graeff, de Porto Alegre/RS. Parabéns!

Vejam que lindas as respostas delas sobre ser uma “mamãe sustentável”:

Uma mãe sustentável é aquela que, através de pequenas mudanças na forma de consumir, cria seus filhos em um ambiente  mais saudável, praticando um amor sustentável e os ensinando que o verdadeiro sentido da vida está nas emoções dos bons momentos que vivemos, e não nos bens materiais que adquirimos.

– Camila

É mostrar para minha filha que a Terra não pertence ao ser humano, o ser humano pertence à Terra assim como os pássaros e as borboletas. É mostrar que todas as coisas estão ligadas. O que ocorrer com a Terra recairá sobre os filhos da Terra. Ser uma mãe sustentável é viver e estar em harmonia em uma comum-unidade com todos os seres da Terra!

– Fernanda

Parabéns!

Banho de mãe

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Toda mulher aprende a ser sustentável – ou ao menos a economizar água – ao ser mãe. Entre as mudanças depois do parto está a duração do banho. Impossível que não fique mais rápido. É sempre uma gincana: quando conseguirei terminar antes dela começar a chorar?

Mesmo que o bebê não chore no meio do banho da mãe, a água caindo sobre o corpo parece ter som de lágrima. Os berros já soam na nossa cabeça como um alarme.

Qual a tua visão de mamãe sustentável? Te inscreveste no sorteio das fraldas ecológicas? Pais, tios, avós, dindos e amigos também podem participar. Hoje é o último dia para inscrição.

Fraldas Wiona

20130812-220107.jpgEstamos sorteando esta semana dois pacotes de fraldas Wiona, que são descartáveis e ecológicas. Eu sou muito fã e digo por que:

Aparência: branquinha, bem neutra; nada das estampas breguinhas e enjoativas da maioria das fraldas descartáveis; básica e, pra quem difere cores e estampa por gênero, unissex.

Por que escolher: ela é ecológica do começo ao fim, composta por materiais naturais (plástico feito de milho orgânico, por exemplo, inclusive na embalagem) de fornecedores confiáveis e depois de descartada leva apenas cinco anos para se decompor (as descartáveis comuns levam em média 450 anos).

Por que o bebê vai gostar: é hipoalergênica, não faz mal para a pele.

Por que os pais vão gostar: ela é resistente e deixa o bebê sequinho por mais tempo.

Minha experiência: Dora usa Wiona desde que nasceu. Foram cinco caixas RN até os 28 dias. Agora já passamos pela Mini e usamos a Midi. As fraldas já resistiram a muito xixi e cocô.

Calculo em média um pacote por semana… No entanto, como ela é mais resistente, notei que (ainda mais na embalagem nova, com mais fraldas) usei metade do pacote de sábado a sexta (usando apenas Wiona e sem dar intervalos sem fraldas, pois está frio – passamos a semana visitando os avós).

Com o friozinho chegando e amanhecendo com chuva nesta última sexta, a Dora me presenteou dormindo até as 10h da manhã! A última troca de fraldas tinha sido por volta das 20h30. Nada de vazar pra roupinha, nenhum sinal de assadura ou alergia – e tinha cocô. Isso que ela mama bem, portanto faz bastante xixi.

O que os amigos que já usaram muitas outras fraldas dizem: só é comparável com a Pampers Premium Care (que promete 12h de absorção e dizem que tem material mais macio e respirável, mas não é biodegradável e custa de R$ 72 a R$ 109,90 um pacote de 92 fraldas) ou com a Huggies Naturali (que dizia reduzir em 10% o plástico em relação a outras fraldas da marca, mas sumiu do mercado).

Investimento: valor cheio de R$ 89,90, mas em promoção por R$ 69,90 no Walmart ou R$ 62,91 na Americanas.com – e cliente fiel, comprando diretamente no site da Wiona, ganha 10% de desconto. Os pacotes RN ou Mini costumam custar menos. A quantidade de fraldas por pacote varia de acordo com o tamanho – o Midi vem com 52 unidades, por exemplo.

Onde encontrar: no site há uma lista de fornecedores, você pode encomendar pela internet pra receber em casa, mas a rede de distribuição está aumentando.

Site oficial: www.wiona.com.br

Sobre o sorteio: https://blogdamamaesustentavel.wordpress.com/sorteios/
– Bora participar?