Passeio: Projeto Tamar

Tartarugas marinhas no Projeto Tamar Praia do Forte * foto: acervo pessoal / todos os direitos reservados

Tartarugas marinhas no Projeto Tamar Praia do Forte * foto: acervo pessoal / direitos reservados

Ao contrário do que se pensa, no inverno praia também é uma boa pedida. Viajar fora de época é uma escolha sustentável para fugir dos destinos em alta temporada. Para as férias de julho ou para qualquer momento, inclusive dias frios ou nublados, minha sugestão é um passeio a um dos centros de visitantes do Projeto Tamar. Presente em 25 endereços no Brasil, a instituição que preserva as tartarugas marinhas brasileiras (além de outros animais como raias, tubarões e da vida marinha como um todo), através da pesquisa, proteção e manejo das espécies, todas ameaçadas de extinção, tem oito centros de visitação: Fernando de Noronha, PE; Oceanário de Aracaju, SE; Praia do Forte, BA; Arembepe, BA; Regência, ES; Vitória, ES; Ubatuba, SP; Florianópolis, SC. Todos em regiões litorâneas turísticas, unindo lazer com educação ambiental.

Orientação do Projeto Tamar Ubatuba em relação aos demais *foto: acervo pessoal

Orientação do Projeto Tamar Ubatuba em relação aos demais *foto: acervo pessoal

Os centros do Tamar apresentam tanques e aquários com tartarugas marinhas ou outros animais, painéis informativos, réplicas de tartarugas em tamanho real, salas de vídeo, lojinha e proporcionam atividades com interação, visitas guiadas e, eventualmente, até shows. O legal é se informar sobre as atividades dos locais antes de visitar. As tartarugas se alimentam apenas uma vez ao dia. No Projeto Tamar, você pode ver elas se alimentarem e dar comida (peixe fresco) para as tartarugas. A refeição costuma ser por volta das 15h30 ou 16h.

Os personagens da Galera da Praia, que ilustram souvenirs e ganharam esculturas para a garotada abraçar e tirar fotos, são muito simpáticos. Só as animações podem ser um pouco impressionantes para crianças pequenas, então avalie antes de entrar acompanhados de bebês ou crianças menores de 5 anos nas salas escuras. Minha filha, com quase 3 anos na época, nunca esqueceu a cena de um afogamento (seguido de salvamento por uma sereia, com ajuda das tartaruguinhas) de um curtinha que vimos no cineminha do Projeto Tamar da Praia do Forte. Não precisa insistir se a criança não quiser entrar no cinema, lá fora há tanto o que ver!

Na loja, que é irresistível, todos os produtos são confeccionados pelo próprio Projeto Tamar, o que está ligado a seu trabalho com as comunidades. Há vários produtos artesanais e são todos com um apelo ecológico. Preste atenção nos joguinhos ou atividades para crianças – compramos, por exemplo, um kit para brincar com colagem de areias coloridas, bem legal.

Vale muito a pena conhecer mais de um centro de visitantes. Fomos visitar alguns centros do Projeto Tamar e convidamos a Juliana Rosinha, outra mamãe e fundadora da Maria Joaquina Criancices, confecção de lacinhos e acessórios para crianças, pra contar mais sobre o Projeto Tamar de Floripa.

O passeio agrada a todas as idades! Aproveite para ir com as crianças pequenas – até 1,20m de altura, elas não pagam. A regra me parece estranha (minha filha é alta), mas, no fim, o valor do ingresso, apesar de não ser padronizado para todas as unidades, é justo. Fiquem atentos à programação de férias, o horário é diferenciado e há atividades recreativas.

Praia do Forte – BA
Também endereço da sede nacional do Projeto Tamar, este centro de visitação fundado em 1982 está situado no Centro da Praia do Forte, no município de Mata de São João, na Bahia, a 75km do Centro de Salvador, capital bahiana. É maravilhoso! Preste atenção: entre setembro em março, se pode ver áreas protegidas na areia das praias onde estão os ovos das tartarugas – inclusive na praia em frente ao hotel Iberostar Bahia, onde há também uma réplica da desova das tartarugas.

  • Valor do integral ingresso: R$ 22,00
  • Destaque para: túnel para visualizar os animais debaixo d’água; poder fazer carinho nos tubarões-lixa (guiado por monitores em horário pré-estabelecido); alimentar as raias.
  • Para completar o passeio: Tomar banho nas piscinas naturais da Praia do Forte, com muitos peixinhos. Excelente para bebês!

Ubatuba – SP
Localizado no litoral norte de São Paulo, cerca de 4h de viagem da Capital paulista, no meio do caminho para o Rio de Janeiro. Quase 80% do território do município integra o Parque Estadual da Serra do Mar e é cercado de 73 praias.

  • Valor integral do ingresso: R$ 18,00
  • Destaque para: Parquinho infantil (quase perdemos de vista a nossa pequena, que correu para brincar assim que o enxergou de longe, então atenção); presença de jabutis; Museu Caiçara, que conta a origem de Ubatuba e sua antiga relação com as canoas de pesca; atividades de férias.
  • Para completar o passeio: Visitar o Aquário de Ubatuba, onde há também um museu que orienta os visitantes sobre o lixo no mar.

Floripa – SC
Situado na Barra da Lagoa, na costa leste, na ilha da Capital catarinense, cerca de 9km do centrinho da Lagoa da Conceição. Não há vista para a praia e fica afastado de pontos de táxi e comércio (mas a equipe pode chamar um táxi para você, que demora um pouco mais de 15 minutos para chegar). A estrutura não é muito grande, então o passeio pode ser rápido ou render mais* se coincidir com o horário de uma visita guiada.

  • Valor integral do ingresso: R$ 12,00
  • Destaques para o programa educativo: as crianças adoraram as caixinhas com curiosidades; há um espaço para desenhar e colorir papeis em formato de tartaruga, caranguejo, estrelas, entre outros (um por criança) – pontos altos tanto para a Catarina, de 1 ano e 10 meses, quanto para a Dora, aos 3 anos e 2 meses.
  • Para completar o passeio: Visitar o Parque Ecológico do Córrego Grande (Horto), o jardim botânico de Floripa. Lá vocês podem fazer a comparação com os jabutis e ver muitos macaquinhos saguis numa grande área verde, com um grande parquinho. Como quase tudo em Floripa, não é perto do Tamar, mas é possível fazer os dois passeios no mesmo dia.

Um adendo: As visitas guiadas são bacanas para aprendermos mais sobre a vida marinha e sua conservação, tirar dúvidas sobre o tamanho, a idade, a espécie, o gênero ou os hábitos das tartarugas marinhas. Por exemplo: por que no desenho do Bob Esponja não aparecem tartarugas? Porque as tartarugas pente gostam de comer esponjas. Mesmo fora do horário oficial de visitação, adoramos ter a sorte de acompanhar a visita de uma escola. Já a filha da Ju se assustou com o guia falando alto para um grupo grande, apesar de ter gostado de ver as tartarugas.

Assim como a gente, a Juliana também visitou o Projeto Tamar Floripa em dia nublado, até com chuviscos. Foi uma maneira ótima para aproveitar bem aquela manhã, pelo menos pra gente. Elas ficaram decepcionadas por não ter visto a soltura de tartarugas para o mar – o que nós não chegamos a ver em nenhuma das três visitas. Sempre há razão para voltar.

Cada vez que visito o Projeto Tamar lembro daqueles que me perguntam por que eu não como peixe… Já que a pesca é uma das principais ameaças para a extinção de tantas espécies marinhas.

Leia mais:
Tudo sobre as tartarugas marinhas e o Projeto Tamar
Viagem com bebê – pelo Blog da Mamãe Sustentável

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Em uso – pra mamãe

Experimentei novos produtos que estou amando – e podem ser ótimas ideias para presente nesse Dia das Mães!

Pra disfarçar a cara de sono da mamãe, nada como ir para uma praia sem agito fora da temporada, ficar uma semana offline, sem TV. Pode levar crianças e bebês, mas tem que ir dormir junto com elas, bem cedinho. Como não é sempre que isso acontece e mãe dorme pouco, eu, que adoro andar de cara lavada, devo admitir que vale investir numa boa maquiagem. De preferência natural, vegana, fair trade, de insumos orgânicos rastreados, que faça bem pra gente e para o planeta.

Estou usando e recomendo:

  • Corretivo Nutritivo Universal Bioart
    Ilumina a região dos olhos e disfarça olheiras, como efeito de equilíbrio da oleosidade.
    No primeiro uso, achei que demorou para o produto chegar até o pincel aplicador. Mas logo consegui usar, girando a embalagem. Se parece não fazer diferença logo que você aplica, observe na hora de remover. Do nada, revê as olheiras! Acho que funcionou.
    Cor única que se adapta a vários tipos de pele. Quando apliquei, antes de espalhar, pensei que não fosse claro suficiente para desaparecer com as olheiras. Nada disso, deu super certo e iluminou a região dos olhos. Pode ser usado como corretivo no geral para peles claras, para esconder espinhas e como base para fixar a sombra.
    Além da cor universal, que experimentei, há duas outras versões, clara e escura.
    A base do produto é argila. Composto por ingredientes como derivados de olivas, vitamina E, tapioca.
    corretivo
  • Cativa BB Cream
    Fator de proteção 20. Não é apenas um creme protetor que se ajusta à cor da pele como uma base fininha. Elaborado à base de óleos de café verde orgânico, de linhaça, de buriti e de physalis, com ativos minerais, ele ajuda a regular o brilho. Gostei bastante.
    Não tem perfume. Então se for caminhar ou se expor muito ao sol e suar, evite usar (vai lembrar da argila). Para praia e parque, “cara limpa” só com protetor solar ou chapelão mesmo.
    Nos dias mais secos ou frios em São Paulo, notei que ele não funciona como hidratante da pele… Mas como tenho pele mista a oleosa, no geral não costumo sentir falta de hidratante e ele pode ser aplicado diretamente na pele.
    Não chega a esconder manchinhas no rosto, mas é suave e suaviza a pele. Apesar de adaptável para todas as peles, para o meu tom de pele (no final do verão), me empalideceu um pouco, o marido me achou muito branca. Por esses motivos, vale ser usado com um pó ou blush – veja abaixo sobre o pó Bioart.
  • bb-cream

 

  • Pó Facial Nutritivo Bioart
    Geralmente uso sobre o BB Cream, mas pode ser usado sozinho e promove proteção solar natural. Há versões para vários tons de pele, e na versão média puxa para o marrom. Logo que colocado dá um ar bronzeado e esconde a vermelhidão das bochechas. Adorei!
    Composição à base de argila e tapioca.
  • po-facial-mineral-bioart

 

  • Rímel Natural Mineral Bioart
    Sou bastante sensível, principalmente na área dos olhos e gosto de dar volume aos cílios. No quesito sensibilidade, a máscara nutritiva para cílios natural preta da Bioart está aprovadíssima. Não me deu coceira, nem irritou, até esquecia que estava usando. Já volume não deu. Sua escova é mais para alongamento dos fios. Não chega a deixar o olhar “Emília”, com aquele olho de boneca, separadão (que eu não curto e é bem comum acontecer), mas é bem suave. Ou seja, provoca um efeito natural, ideal para o dia a dia. Boa qualidade, ótima fixação, não se desmancha no fim do dia provocando olheiras, é resistente.
    Composto de argila preta certificada, rico em vitamina E.
    Como toda linha de maquiagens da marca, vem com um espelhinho na ponta da escova, bonitinho. Produzem também nos tons marrom e marrom-ruivo.
  • rimel

 

Saiba mais:
Onde encontrar: em lojinhas bacanas como a Capim Eco, em Porto Alegre, em lojas virtuais como Morada da Floresta, Lohas Store, Natue e Beleza do Campo ou nas próprias lojas das marcas Bioart e Cativa Natureza.

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Mais produtinhos para a mamãe vestir, usar e relaxar
A vez delas: quando (ou o quanto) permitir o uso de esmaltes ou outros cosméticos para as meninas?

Experimentamos: massinha para banho

Fui na Lush Cosméticos olhar produtos pra mim e, pra minha surpresa, quem saiu ganhando foi a Dora. Conhecemos a FUN – massa modelável para limpeza. Uma massinha de modelar que serve como shampoo e sabonete (e é vegana). Dora ganhou a vermelha e a rosa.

Logo que abri o pacote pela primeira vez, pensava que me arrependeria. Começamos pelo vermelho, de tangerina. Seco, ela grudou em tudo antes de entrar no banho. O banheiro branquinho ficou… Vermelho!

massinha vermelha

Sem estresse. Só passar água e sumiu tudo. Nada ficou manchado, nem o rejunte. Por precaução, acho melhor entregar a massinha depois que a moça já entrou no banho (e não ainda de pijama, como na primeira experiência e fotos).

Criança geralmente não quer entrar no banho. E depois não quer sair, né? Agora ela pede e insiste. Depois que acabou, é até mais fácil sair. Não tem como ficar horas brincando porque se desfaz! Tem que cuidar pra não desperdiçar, deixar desmanchar sem espalhar a espuma no corpo, aí sim vai ser difícil economizar água.

massinha de banho

O melhor de tudo isso é que essa brincadeira está incentivando ela se dar banho sozinha. A mocinha de 2 anos e 3 meses já sabe usar o produto melhor que a mamãe. Ela modela logo que entra no banho e então fica esperando se dissolver e desmanchar na água, fazendo bastante espuma. Só aí espalha pelo corpo. Rende bem.

Eu não tenho a mesma paciência. Faço uma bolinha pequeninha e já grudo no cabelo dela para depois espalhar com um pouco d’água. A técnica dela é melhor. Então comecei a pegar um pedacinho e fazer uma bolinha no banho, criando bastante espuma ao modelar – não precisa de muita massinha pra fazer espuma.

No começo estava com receio de usar na cabeça.  Se fosse bebezinha, acho que evitaria pelas cores. Mas aprovei, lava bem, sua composição é natural. Lavando a cabeça, não arde os olhos – só que se colocar a mão cheia de espuma diretamente no olho, aí sim.

Ambos são muito cheirosos, quem passa perto da prateleira já sente. O rosa parece irresistível, no entanto o perfume de tangerina é mais marcante e muito gostoso depois do banho, com cabelo seco, ao menos para a minha sensibilidade. Não chegamos a brincar com mais de uma cor no banho para não misturar os perfumes. A recomendação é usar o vermelho nos banhos da manhã, para acordar. O rosa é mais suave e pode ser usado à noite.

É importante armazenar em um local bem seco, pode ser na própria embalagem de “bala” fechada. Se sobrar um pouco que usou, deixe secar e então guarde em um lugar bem fechado e seco. Se deixar numa saboneteira, molhando, já era!

Leia mais:
Da cabeça aos pés – resenhas de shampoos 2 em 1 para bebês

Experimentei: absorventes biodegradáveis e o tal copinho

natracare brasil

Amamentar é tão sustentável que prolonga o tempo sem menstruar. Minha menstruação só voltou aos quase 1 ano e 2 meses da minha filha, que sigo amamentando. Ou seja, mais de um ano após o período de sangramento do puerpério e, o mais interessante, uns 10 dias depois da feira de sustentabilidade.

Posso afirmar que meu corpo aguardou a Natracare Brasil estar pronta para o lançamento comercial para voltar a sangrar. Saber que já existem absorventes biodegradáveis no Brasil é uma tranquilidade. São vários modelos que estão sendo lançados aqui, mesmo para proteção diária – para todo tipo de calcinha.

Fiquei impressionada com a capacidade de absorção do modelo superfino, que pude experimentar nos primeiros dias, de grande fluxo. Há também noturnos, perfeitos para o pós-parto. E, se sua obstetra liberar, os protetores diários podem ser usados em caso de corrimento no final da gestação. (Pelo menos em situações especiais, se estiver com um corrimento freqüente e precise ir a um evento, por exemplo. Não é recomendado o uso de protetores diários na gravidez para evitar abafar a região, para que não fique propensa à proliferação de fungos ou bactérias.)

A cobertura, no entanto, não é a que estamos acostumadas (“seca” ou “suave”). Eu não curto (e me dá alergia) a cobertura plastificada dos modelos “sempre seca”, prefiro o toque macio do algodão. A Natracare segue um caminho do meio: tem uma cobertura superabsorvente, com trama de algodão, nada plástica, que lembra a cada externa dos absorventes tipo “sempre seca”, só que com toque suave.

Seus absorventes femininos são fabricados a partir de algodão 100% orgânico certificado, são livres de cloro, de materiais sintéticos, de plástico, de látex ou de fragrâncias. Além da questão ecológica, os produtos orgânicos e naturais beneficiam a saúde e o bem-estar da mulher. Os materiais sintéticos, os aditivos químicos ou o branqueamento com cloro nos produtos íntimos podem provocar alergias, irritação ou coceiras, candidíase e até mesmo prolongar o tempo ou aumentar o volume do sangramento.

Há quem defenda que o tradicional O.B., que seria apenas um tampão de algodão, seja degradável. Mas testes comprovam que não são tão seguros assim para o corpo feminino, até porque não são puro algodão. O produto da Natracare não solta fibras no corpo da mulher. E o que também é legal: vem embalado em plástico biodegradável, que você pode descartar no lixo comum sem culpa.

coletor menstrual

Coletor menstrual
Preocupada em gerar ainda menos lixo, passei a usar nos últimos meses o Inciclo, a experiência mais sustentável em absorventes que já tive. É um absorvente interno em forma de copo, feito de silicone médico. Prático, lavável com água e sabão, reutilizável e durável.

Não pode ser usado no puerpério. Existem dois tamanhos, A e B, um deles um pouco maior, para mulheres acima dos 30 anos e/ou que passaram pela experiência do parto (mesmo que não tenha sido natural). Uso esse maior. Realmente a menstruação mudou depois do parto, agora parece vir bem mais volume em menos dias.

Não sei se pela minha experiência com absorventes internos descartáveis, minha inexperiência ou com a pressa para colocar – é muita dificuldade se esconder da minha filha, já que passo o dia com ela, e o banheiro geralmente fica de porta aberta -, muitas vezes vaza bem pouquinho na calcinha. Dizem que pode cortar ou lixar o cabinho, que me incomoda nos primeiros dias de ciclo (depois acostumo). Ainda não consegui usar somente este tipo de absorvente, muitas vezes prefiro usar o noturno lavável pois não curto dormir todas as noites com absorvente interno.

A vantagem do coletor é que, além de ser inserido não muito profundamente, é feito de silicone medicinal hipoalergênico. Entretanto, todo o absorvente interno, independente do material, por ser inserido no corpo da mulher e lá permanecer um período, pode provocar infecções. Por isso, deve-se cuidar da higiene e, ao final de cada ciclo, recomenda-se esterilizar em água fervente. Apesar de tudo, totalmente aprovado e recomendado!

Uma forma de evitar o uso de absorventes é “cortar o mal pela raiz”, evitando a menstruação com o uso de anticoncepcionais. O que não é natural – nem natural ao corpo, nem sua composição é natural. Não se pode negar que pára o sangramento e que não trazem bactérias. Mas essa é outra discussão e seria mais indicado conversar com uma ginecologista.

Outras opções ecológicas:
– absorventes de tecido laváveis;
– absorventes de tecido para fazer em casa.

Saiba mais:
Tira dúvidas sobre o coletor menstrual
– Nossa promoção com a loja Enquanto Eles Dormem, que vende o Inciclo.

Toalhas de banho: aquele abraço

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Um presente maravilhoso para bebês é uma boa toalha de banho de algodão orgânico. O símbolo perfeito de um abraço aconchegante. A Dora tem duas toalhas de algodão orgânico que existem para vender no Brasil e que vou comparar aqui para conhecerem melhor.

A primeira que ela ganhou foi a da Nature Purest, marca inglesa que tem lojas próprias em shoppings brasileiros. Bem felpuda, marrom mais escuro, tem orelhas de cachorrinho na toca. É do modelo Cuddle Robe, da coleção Little Leaves.

No começo, não curtia muito secar a Dora recém-nascida com ela, porque, apesar de macia, soltava felpas que grudavam em sua pele, principalmente entre os dedinhos dos pés (como algumas meias). Eu notava quando passava hidratante nela. Não era descamação da pele. Aí, certa vez, deixei a toalha suja no fundo do balde de roupa suja por mais de três dias. Ela umedeceu e mofou um pouquinho. Nós fervemos num panelão apenas com água para tirar o mofo. A recomendação do fabricante é não lavar em temperatura superior a 40ºC. Problemas corrigidos: o mofo se foi, e a tolha parou de soltar pêlos. Uma amiga me contou que nunca teve esse problema com a do filho dela, mas conosco foi assim.

A segunda a Dora ganhou no aniversário de um ano. Pois é, depois de um ano, ainda vale a pena ganhar toalhas boas assim! É brasileira, da Cotton Cloud, revendida em lojinhas de roupas orgânicas para bebês em todo o Brasil. Ela é bem macia também, mas mais fininha, penugem mais rala. De um lado, algodão estampado; atoalhada na parte interna. Cor creme, clarinha. Há desenhos fofos de coelhinhos e, na touca, orelhas de coelho – modelo já fora de catálogo, mas semelhante aos da nova coleção.

As vantagens da nova toalha em relação à primeira é que, além de não termos passado por nenhuma experiência negativa com ela, é brasileira e parece um pouco mais larga. Então facilita a vida dos pais ou cuidadores para secar a criança quando cresce. Quando a toalha é muito estreita, precisamos de uma para tirar a criança do banho e outra para enxugá-la. Mesmo já mais independente, a Dora ama essa toalha.

O que faz a diferença é a disposição, o tamanho é uma ilusão. A da Nature Purest tem formato de losango e touca pequena – essa seria a mesma posição do cueiro para fazer o wrap e enrolar o bebê, mas falta pano nas laterais à medida que a criança cresce. A da Cotton Cloud tem touca maior e formato retangular.

Medidas:
Nature Purest: 94cm x 1m, com 13cm de capuz
Cotton Cloud: 98cm x 66cm, com 22cm de capuz

Sempre usei diretamente, sem precisar de cueiros. No caso da primeira toalha, se tivesse um cueiro bem macio, poderia ter usado com ela e então as felpas não “grudariam” na pele da minha filha. Se você já tem outras toalhas infantis, mas quer o toque macio do algodão orgânico na pele do seu bebê, recomendo investir num cueiro de algodão orgânico, como o da Green is Great, marca brasileira que trabalha com matéria-prima brasileira. O cueiro desta marca não tem capuz, então pode ser usado como uma manta leve nos passeios, na saída de banho com a toalha ou para enrolar o corpo do recém-nascido e começar o banho do bebê.

Saiba mais:
Como dar banho no bebê
Por que usar algodão orgânico
Como escolher o enxoval do bebê
Dispensáveis e indispensáveis

Experimentei: saquinhos para lanche

candytree
Tive o prazer em testar dois tamanhos de saquinhos reutilizáveis da Candy Tree. São as reusable snack & everything bags Snack Happens, da Itzy Ritzy, nos tamanhos 17.78cm X 17.78cm (grande, de 7″) e 17.78cm X 8.9cm (kit de duas embalagens pequenas). Com fechamento em zíper, impermeáveis, laváveis, os estojinhos para comida e tudo mais são seguros para alimentos, livres de ftalatos, PVC ou chumbo.

MonkeyMania

As estampas são lindas. A Dora ficou encantada com os macaquinhos do estojo maior. O desenho se chama Monkey Mania. No Instagram da Candy Tree, vocês podem ver outras estampas adoráveis também!

banana

Aproveitei um final de semana de viagem para fazer o teste. O menor não é tão pequeno assim: pude colocar todos os biscoitos de banana que fiz (receita com quatro bananas, eram quase 20 biscoitinhos). Na peça gêmea, coloquei frutas secas. No saco maior, que pode comportar um sanduíche (em pão de sanduíche quadrado grande), resolvi levar muitos biscoitos de arroz, para não precisar levar o pacote inteiro.

Fiquei impressionada com o forro. É uma espécie de “korino”, couro sintético, muito fácil de limpar. Outros saquinhos que já improvisei para fins semelhantes, como os de fralda suja, absorventes de seio ou duas necèssaires que já separei para carregar talheres, babeiro ou frutas não eram tão práticos – mesmo os impermeáveis eu lavo na máquina. Os novos posso limpar com esponja e detergente!

forro

Como é fofinho e impermeável, você pode usar para guardar iPod, Kindle, maquiagem, acessórios do bebê e, por que não, comidinhas. No final da viagem, o copo anti-respingo da Dora vazou (pra variar) dentro da bolsa, no mesmo canto de um dos saquinhos, que resistiu sem molhar o conteúdo. Aprovado nesse quesito.

Todavia, recomendo mais para lanches do mesmo dia e frutas frescas com casca. O fechamento em zíper não é equivalente ao fechamento a vácuo, como o dos sacos zip. Enquanto os biscoitos que ficaram em casa na embalagem original aberta (tipo saco zip) continuaram crocantes, os que levamos murcharam em 24h, infelizmente.

Mesmo assim, fiquei muito feliz em ocupar bem menos espaço na bolsa com os saquinhos do que com os potes, que na volta carregaria vazios, tomando o mesmo espaço. Sigo usando com frutas secas e talheres.

O que fazer com os biscoitos de arroz?
Colocar um pouquinho no forno. Ficam até mais crocantes do que antes. Só não façam como eu, que deixei no timer e fui trocar uma fralda: queimaram.

Saquinhos gentilmente cedidos pela Candy Tree – muito obrigada, adoramos 🙂

Da cabeça aos pés

Tem quem defenda que sabonete em barra é menos alergênico e quem diga que o líquido resseca menos. A verdade é que pele de bebê é bastante sensível. Para o recém-nascido e de preferência no primeiro ou nos dois primeiros anos de vida ou pelo menos enquanto não tiver muito cabelo, o que eu mais recomendo é o sabonete “da cabeça aos pés”. Líquido, serve como shampoo e para todo o corpo. Prático e seguro.

Agora, com mais de um ano, com o cabelo fininho crescendo e ficando jeitoso, intercalo no máximo uma vez por semana com um banho de shampoo, condicionador e sabonete em barra – e também com banho de aveia, porque o frio e a água mais quente ressecam a pele, e o condicionador, ainda mais nessas condições e tempo seco, pode provocar espinhas. Mas ainda uso na maior parte do tempo o da cabeça aos pés na minha filha.

Testei e indico três marcas mais naturais, sem corantes e outros componentes. De uma delas usamos o shampoo (depois da Dora ter completado um ano), mas eles também fazem sabonete da cabeça aos pés. Tem que ficar de olho na fórmula: corantes e ácido cítrico podem dar alergia; parabenos e alguns PEG ou outros componentes são cancerígenos. Não basta ser recomendado comercialmente (dizer no rótulo) para bebês.

testei: Vyvedas Baby & Kids Shampoo & Sabonete

Vyvedas Baby & Kids 2 em 1
Shampoo & Sabonete Líquido
Perfume bem suave depois do banho – na hora é mais marcante e lembra tutti-fruti. Bem transparente e incolor. Durou bastante. Quando chegava ao final, não queria que acabasse. Como quase todos tipo “da cabeça aos pés”, pode dar uma certa dificuldade para pentear depois que o cabelo cresce. Com mais de uma semana de uso e tempo seco, deixou o cabelo bem seco.

Encontrado em lojas de produtos naturais, supermercados orgânicos ou nas lojas próprias da marca.

Embalagem: estranhei o formato, achei pouco anatômico, mas não tive problemas com ela; caiu logo o rótulo; a tampa sobe ou desce para travar, você vira e aperta para utilizar, não chegou a vazar.

Não contém ou diz não conter: corantes, Lauryl Ether, óleo mineral, parabenos, PEG, Quaternium-15, sabão, ingredientes de origem animal

rótulo do Vyvedas Baby & Kids Shampoo & Sabonete

Contém: camomila, calêndula, perfume de óleos essenciais; sodium lauroyl sarcosinate (considerado seguro); benzyl alcohol, ácido cítrico

Origem: Brasil

Testei: Weleda Shampoo & Body Wash

Weleda
Calêndula Shampoo & Body Wash
Bem interessante. O perfume clássico da linha baby da Weleda, de calêndula, resiste a banho enforcado, abraços apertados de tias perfumadas e suor – mais de 24h depois, estava lá, ainda que bem suave. Não curto muito (para mim) shampoo que não tenha textura transparente (meu cabelo é oleoso)… Esse sabonete é cremoso, branco, opaco. Por isso talvez facilite um pouco pentear, mas não chega a ser como um condicionador. Depois de vários dias seguidos de uso, aos 14 meses e o cabelo mais crescidinho, deixa dar nó. Aí intervenho e, no dia seguinte, aplico um condicionador. Rendeu bastante.

Encontrado em farmácias e lojas próprias da marca, entre outros estabelecimentos, no Brasil.

Embalagem: em tubo tipo pasta de dente (mas plástico), a tampa logo quebrou e não fecha direito – ou seja, não posso levar para viajar.

Não contém ou diz não conter: sabão, parabenos, corantes, conservantes, Lauryl Ether, PEG, Quaternium-15, ingredientes de origem animal

rótulo Weleda Shampoo & Body Wash

Contém: extrato de amêndoas doces, óleo de gergelim, extrato de calêndula; perfume, Limonene e Linalool de óleos essenciais; glicerina, álcool.

Origem: Suíça

Testei: Hipp Shampoo Delicato

Hipp
Shampoo Delicato
Comprei apenas o shampoo, bem que gostaria de ter experimentado o sabonete da cabeça aos pés da mesma marca. Proporcionalmente foi o mais barato dos três, mas só encontrei no exterior e comprei porque estava viajando. Essa marca desenvolve produtos orgânicos certificados – como as papinhas que comentei. Este produto não é totalmente natural, mas contém óleo de amêndoas orgânico.

O shampoo “delicato” é para peles sensíveis, indicado inclusive a adultos alérgicos. Incolor e bem suave, deixa o cabelo do bebê um pouquinho seco (no tempo seco), com frizz, mas não ao ponto de precisar de condicionador. O perfume é megasuave, tanto que não dura 24h. Bebês perdem calor pela cabeça; se suar muito, pode chegar a sentir o cheirinho de suor antes do próximo banho. Como recomendam para adultos, usei em mim também e (numa primeira experiência) meus cabelos oleosos reagiram bem.

Encontrado na Europa.

Embalagem: Fácil de manusear e fecha bem (lembrando que testei apenas o shampoo)

Não contém ou diz não conter: sabão, perfume alergênico, parabenos, corantes, conservantes, PEG, Quaternium-15, ingredientes de origem animal, óleos essenciais (supondo que alguns podem ser alergênicos)

rótulo Hipp Shampoo Delicato

Contém: extrato natural de amêndoas orgânico; Lauryl Glucoside (que, de acordo com o blog One Love Organics, não provoca irritação e é de origem natural), ácido cítrico, glicerina, cloreto de sódio.

Origem: Suíça

Saiba mais:
Cheiro bom ou cheiro ruim? – artigo sobre fragrâncias para bebês
Banho de aveia no bebê – como preparar
Os rótulos dos produtos – por que ler
Mãos de mãe – ou unhas de mãe

Experimentei: linha Lippia Alba (para os cabelos)

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Gestantes, principalmente, devem tomar cuidado com os produtos de beleza e higiene que utilizam, uma proteção ao bebê. Mamães, também. Eu agora tomo banho ao mesmo tempo que a Dora – seja no chuveiro e a Dora na banheirinha dentro da banheira, ou dando banho com ela no colo. A espuma do meu shampoo às vezes vai longe e pode cair na água dela ou até nela. Por isso cuido para que meus produtos sejam sempre que possível naturais e seguros.

Há cerca de um mês, comecei a usar a linha Lippia Alba, da Herbia. O rótulo recém foi remodelado e está lindo. As embalagens do shampoo e do condicionador são invertidas: isso não é um erro, é muito bem pensado. O shampoo, que é mais líquido, mais usado e não deve ser desperdiçado, fica “de pé”, com a tampa pra cima. O condicionador, mais cremoso e espesso, fica de “cabeça para baixo”, com a tampa na base, para descer bem e ser bem aproveitado.

Meus cabelos são mistos, mais para oleosos, então adorei. A sensação de cabelos limpos começa no perfume – cheiro “verde”, natural e refrescante da erva cidreira, como também é conhecida a verbena brasileira. Lembra o creme de mãos Folhas Mágicas (feuilles magiques ou magical leaves), da L’Occitane en Provence, com verbena (Lippia Citriodora Leaf extract) e alecrim, que infelizmente parece ter sido uma edição limitada que não foi mais lançada. O perfume é bem mais marcante que o shampoo de lavanda e verbena branca da Herbia, dura mais nos cabelos também. Aliás, tal como a lavanda, a verbena tem propriedades calmantes.

Gosto de usar duas vezes o shampoo e bem pouco condicionador (nas pontas). Mas já usei uma vez só o shampoo (banho corrido de mãe) e funcionou. Lava bem, sem ressecar. Geralmente acho os condicionadores voltados a cabelos oleosos fracos e pouco eficientes, mas não é o caso deste. Tanto que o fabricante recomenda usar a partir de 3cm de distância do couro cabeludo.

Testei em dias secos e dias úmidos. Em banhos longos e curtos, com água bem quente. Mudei o corte. Tudo certo, aprovadíssimo. E rende bem. Recomendo para gestantes, lactantes e todos que quiserem experimentar, mesmo os papais. Não é exclusividade feminina!

Além de tudo, não testado em animais.

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Primeiro show: Badi Assad

Badi Assad
Levamos a Dora pela primeira vez ao teatro para assistir a um show infantil. Lançamento do CD Cantos de Casa, da Badi Assad. Conhecíamos o disco e estávamos ansiosos pelo espetáculo. Já tinha assistido um espetáculo adulto da Badi Assad e voltei a ficar encantada com sua desenvoltura em cena. O álbum foi criado após sua experiência como mãe da Sofia, que está com 7 anos.

No palco, muita sucata reciclada, instrumentos de garrafa PET. O show começa fazendo música limpando a casa. No disco, a limpeza também é do corpinho: incentiva a escovar os dentes, tomar banho e afinar os sons, fazendo percussão com o corpo. Educativo, mas nem tão politicamente correto – remete a cola na escola, respostas atravessadas, tudo em tom de piada.

Cantos de Casa

O show foi no Sesc Consolação, em São Paulo. Não sei dizer se a Dora ficou mais encantada com a iluminação ou com os nenês na plateia! Ela se comportou muito bem aos seus 14 meses e meio, mesmo sendo num horário do sono do final da manhã.

Começou mais tímida, observando quietinha, parada no colo, mas sabia que estava lá para ouvir música. A cada intervalo, ela não queria saber de teatro nem palhaço. Virava as palmas das mãos pra cima lamentando, “ca’bô”, e dançava, “qué”, como quem diz “por que parou, quero mais música”. No meio, pediu para mamar, mas não dormiu. Perto do final, quis descer as escadas para dançar lá na frente com outras crianças. Só voltou para o lugar para tentar alcançar o balão gigante que flutua sobre o público no fim do espetáculo – ops, estraguei a surpresa, mas não contem para os pequenos!

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Quem curtir o CD infantil da Badi pode gostar das Fadas Magrinhas, outro álbum bem brasileiro de uma banda pernambucana para crianças. Pra chacoalhar o chocalho!

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Samba que te quero

Samba Calcinha: aprovada

Estava há meses namorando as criações da Samba Calcinha até que resolvi me presentear no final do ano passado com uma blusa de amamentação e mais absorventes de seio. Satisfação garantida. Além da entrega rápida, os produtos vieram em saquinhos lindos de tecido, que estou aproveitando bastante!

Na nova coleção, encontrei uma blusa que me cairia bem: justa no topo (manga bem curtinha, nada que deixasse meus braços mais finos; valorizando o peitoral) e soltinha na cintura. A foto na loja ajudou bastante e me senti segura em comprar online, porque olhei a tabela de medidas. A abertura para amamentação é bem no centro e comprida, atrás dela tem mais pano, então pode abrir pela direita ou esquerda sem sobrar pano, sem incomodar o rosto do bebê. Ainda mais bonita ao vivo. Ah, se tivesse comprado antes… Tinha espaço pra abrigar o barrigão!

Os absorventes de seio da Samba Calcinha são os que chamo de “noturnos”, porque são enxutos e densos. Para quando o bebê emenda mais horas de sono e o leite pode vazar à vontade. Com um lado estampado em algodão e outro numa “cobertura sempre seca”, em Melton (80% algodão, 20% poliester), tecido que não fica molhado em contato com o bico. São absorventes reutilizáveis e laváveis. Vêm com um fio de fita mimosa para prender – um no outro, assim você não perde o par, e no varal, pra não ficar com aquela marca nem entrar em contato com o prendedor de roupa, mantendo-o longe de contaminação.

A etiqueta da marca está em apenas um dos absorventes. Eu determinei que o absorvente etiquetado ficaria sempre do lado esquerdo, mas você pode usar esse disco com etiqueta para lembrar qual foi o último lado que amamentou. Além disso, o lado em algodão é estampado. Com cada par em uma estampa diferente, você mantém sempre as mesmas duplas de discos identificadas.

Notei que quando usados com o sutiã da própria Samba Calcinha, que comecei a usar mais recentemente, os discos ficam menos aparentes, pois o modelo é justinho e o tecido tem elastano. Aliás, confeccionado em tecido da Santa Constância composto por poliamida e elastano, seca rápido tanto se molhar de leite ou ao ser lavado. Por isso o sutiã da Samba Calcinha é durável e prático. Com o sutiã, a mesma impressão da blusa: mais bonito ao vivo (e vestindo).