Desfralde: primeiros passeios sem fraldas

bolsinha_roupasuja

agora o saquinho de troca de fralda virou o saco de roupa suja (sempre levando uma troca de roupa e calcinhas)

Estou aprendendo (começando a aprender), finalmente, a andar com menos peso. Já conseguimos fazer passeios sem a bolsa do bebê: sem fraldas para trocar! Agora algumas calcinhas e pelo menos uma troca de roupa completa ocupam o lugar das fraldas na bolsa.

Nas primeiras semanas, saía com fraldas e levava fraldas comigo. Depois ainda deixei pelo menos uma fralda na bolsa. Logo a substituí pelo redutor de assento, que carrego às vezes no cesto do carrinho. Ultimamente até cocô em banheiro público já saiu sem levar o redutor!

Achava que o processo de desfralde de meninas era mais difícil na rua, ao ver tantos pais de menino oferecendo qualquer lugar público para fazer xixi. Depois muitas mães me contaram que acham o desfralde dos meninos mais difícil. Por enquanto, estou agradecendo que tenho uma filha menina e por hora não precisei pensar sobre incentivar o xixi em espaços abertos urbanos – pensando um pouco, talvez seja por essa tradição que nossas cidades latinas fedem a mijo.

Pelo menos aprendi que todo lugar tem banheiro. Não são todos os estabelecimentos que têm banheiro público, mas grande parte abre as portas para um bebê em desfralde. Principalmente quando o vendedor tem criança na família na mesma fase! Pelo menos nós tivemos essa sorte.

Alguns lugares, como no aeroporto de Congonhas, há vaso sanitário para estatura reduzida. Em outros lugares mais voltados para a família, como no Sesc Belenzinho ou alguns shoppings, há banheiro infantil. E podemos levar na bolsa um óleo de tea tree, álcool gel, lenços umedecidos ou usar o papel para assento ou forrar o assento de papel higiênico. Em parques sem banheiro, mesmo as meninas podem ter direito a fazer xixi na grama – só cuidem com os formigueiros e se atentem a não incentivar muito essa prática pensando se não querem que isso seja um hábito.

Tivemos um “acidente” numa pracinha na primeira semana sem fraldas. Outra vez, numa tarde, ela acordou da soneca no carrinho e não me viu na loja – catástrofe! Com dois anos e poucos dias (ou até antes), ela já conseguia realmente esperar para ir ao banheiro. Se lá em dezembro eu observava um intervalo de até 1h30 entre xixis em casa, desde desfraldada (já em abril), ela fica mais de 3h sem precisar ir ao banheiro.


Leia mais:

Nossa experiência com o desfralde
Tudo já publicado sobre fraldas
Mais usos do oléo essencial de malaleuca e dos saquinhos de roupa suja

 

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